Aviso!

Olá caro humano, seja bem-vindo ao nosso mundo sobrenatural! Se essa é sua primeira vez aqui, recomendo que comece a lê por nossa primeira história, “O Sequestro”, que pode ser facilmente encontrado se você abrir o botão da primeira geração, Detectives, que fica no menu acima. Caso você seja um de nossos fãs, tenha uma boa leitura e não esqueça de comentar, ou caso contrario, kraismos morderá todos vocês, isso se Castiel não lhe bater primeiro.

sábado, 20 de agosto de 2016

34 - Criminal





Esse sou eu marcado em uma terra negra repleta de cinzas. As chamas por fim consumaram aquele que um dia chamastes de amigo. Doce criança que meus lábios beija. Sua alma por fim ceifei. Não te restam escolhas. Repousas em meus seios e dorme. Meu pequeno amado.
Afinal de contas, a vida nada mais é que uma persa teatral com um final trágico. (A Morte)




I
            -Aparentemente o incêndio não foi acidental, a vestígio de gasolina e plástico entre os escombros e as cinzas. –Disse Hugo.
            Hugo Zusak era um jovem detetive de 24 anos, possuía uma pele clara e cabelos escuros, seus olhos eram claros, e variava entre o verde e o azul, usava roupas de frio de cor preta e em um de seus dedos era possível ver uma aliança de compromisso.
            Sebastian Axat um homem com mais de quarenta se aproximou e disse.
            -O mais sensato é dizer, alguém esteve aqui e incendiou a casa, mas por quê? –Disse ele apontando para marcas de pneus no chão.
            Hugo tirou uma foto e disse.
            -Pedirei que fação uma analise e descubra a qual veiculo elas pertencem.
            -Creio que não seja necessário. –Disse um garoto de olhos azuis e cabelos negros se aproximando. –Essas são marcas feitas por uma minivan, a proposito, sou David Huhlvan, detetive particular.
            -David Huhlvan? –Disse Sebastian. –Creio já ter ouvido esse nome.
            -Certamente. –Respondeu o garoto. –Sou bastante famoso de onde venho. Então, o que temos aqui?
            -Benjamim Burnier, vinte e um anos, estava terminando a universidade, teve dois livros publicados, sem contar com algumas teses cientificas que saíram em revistas e jornais, vinha para essa cabana para refletir e escrever. –Disse Hugo.
             -E aparentemente a única pista de seu assassino que temos são as marcas de pneus? –Perguntou o jovem Huhlvan.
            -E o que parece. –Respondeu Sebastian de forma fria.
            -Então vamos descobrir quem dos que conhecia o senhor Burnier possuía tal veiculo.
            -Não, não vamos. –Disse o mais velho. –Esse caso é meu, e não deixarei um fedelho como você atrapalha, não quero saber se é um detetive de reputação, agradeço pela dica da minivan, mas sua ajuda acaba aqui.
            David respirou fundo e disse com um leve sorriso.
            -Que seja. –Ao terminar de falar ele se retirou da sena do crime.
            -Isso era mesmo necessário senhor? –Perguntou Hugo.
            -Eu conheço o tipo dele. –Respondeu o detetive. –E nunca precisei de ajuda para resolver um caso, não será agora que irei precisar, vamos a tal universidade onde ele estudava, e persa para alguém da central descobrir quem das pessoas que o conhecia tinha tal veiculo.
            -Sim senhor.
Sebastian Axat, um dos melhores detetives da atualidade, alto, forte, de barba rala, sempre vestia-se com calças jeans de cores escuras, roupas abertas com um blazer por cima. Sebastian é conhecido como um detetive frio, que após conhecer a morte, foi privado de emoções, e hoje encara a vida como uma criança encara um brinquedo quebrado, simplesmente a despreza.
-Senhor Wallace? –Disse Sebastian para um dos professores de Benjamim.
-Sim? Os senhores devem ser os encarregados com o caso suponho. No que posso ajudar?
-Entre todos os professores. –Começou Hugo. –O senhor era o mais próximo de Benjamim Burnier, por quê?
O professor se sentou em uma cadeira e disse.
-Bom, sou um dos professor mais jovens da universidade, e meus métodos e ensino não são arcaico com os dos demais professores, então de certa forma, tenho afinidade com todos os alunos.
-Creio que meu assistente não fez a pergunta adequada. –Falou Sebastian. –Qual era sua relação com Benjamim, não falo da profissional, professor e aluno, e sim, do que acontecia fora dessa instituição.
-Há. Bom. Éramos amigos, não sou de fazer amizade com quem é mais velho que eu, e minha afinidade com os demais professores não é lá essas coisas, então acabava fazendo amizade com os alunos, no caso de Benjamim, eram bons amigos, sairmos algumas vezes para festas e bebíamos. Nos finais de semana nos reuníamos um na casa do outro para jogarmos, e eu sempre lia alguns mano escritos feitos por ele, e da dava minha opinião.
O detetive ouviu tudo atentamente e só após o professor parar de falar ele perguntou.
-Benjamim tinha algum tipo de relacionamento, ele namorava ou algo do tipo?
-Sim. –Respondeu Wallace. –Ele tinha um certo caso com uma garota dessa instituição, Lorena Esme, eles haviam terminado recentemente , mas o jovem Burnier era apaixonado por ela, tinha certeza que eles voltariam logo, ele não parava de falar dela. –O professor riu. –Logo após eles terminarem, Benjamim me procurou, ele disse que a amava e não sabia bem, o porquê do termino, eu disse a ele que relaxa-se, escrevesse um pouco, e se ainda quisesse fala-se com ela e voltasse com o namoro.
-O senhor teria algum tipo de afinidade com ela também? –Perguntou Hugo.
-Como já disse anteriormente, faço amizade com meus alunos, ela já foi varias vezes a minha casa junto com seu namorado, jogávamos juntos, sempre perdia pra ela no just dance.
-Entendo. –Disse Sebastian. –O jovem Burnier teria mais algum amigo?
-Sim, mais dois, Jean e Denis.
-Nenhuma amiga? –Perguntou Hugo.
-Não que eu saiba, ele evitava amizades femininas por causa de sua namorada.
-Ela é ciumenta? –Perguntou o mais velho.
-Não. –Respondeu Wallace. –Pelo contrario, mas mesmo assim ele evitava, Benjamim acreditava que era melhor prevenir do que remediar.
-O senhor sabe o porquê do termino do namoro com a jovem Esme?
-Aparentemente ele andava um pouco confuso, não sei bem o porque, acredito que ele tenha começado a usar drogas, a ultima vez que falei com ele, foi quando ele terminou e foi a velha cabana escrever.
-Saberia informar se eles tiveram algum tipo de discursão? –Perguntou o assistente.
-Não, o termino dele me pegou de surpresa, foi algo repentino, mas eu sabia que eles voltariam. Como já disse anteriormente ele a amava.
-Muito obrigado. –Agradeceu Sebastian. –Se precisarmos voltaremos a falar com o senhor.
-Mas uma coisa. –Disse Hugo se levantando. –O senhor saberia dizer quais das pessoas que conhecia Benjamim teria uma minivan.
-Não, quando saiamos íamos, no meu carro, ou no carro de Benjamim, que era um modelo esportivo.
-Compreendo, mais uma vez, obrigado. –Disse Hugo indo para a saída tentando acompanhar, Sebastian.



II
-Christopher? –Disse David entrando em uma das salas de sua casa. –Como andar a arma que pedir para você fazer?
-Terminei. –Disse o garoto se colocando de pé.
-Posso vê? –Perguntou o de olhos azuis.
Christopher sorriu e disse.
-Não antes de me contar onde você passou a noite e parte dessa manhã.
O outro riu e disse.
-Meu amor do diabo, você acha que estava te traindo?
-Pra varia?
David voltou a rir.
-Eu estava colocando em pratica mais um de meus plano, só isso. –Disse ele
Chis revirou os olhos e respirou fundo e disse.
-Quantos planos você tem ao final de contas?
-Além dos de A a Z? Alguns outros, por quê?
-Você teve que transar com mais alguém como para pagamento?
Antes de responder o de olhos azuis encarou o rosto do outro, ele estava soado e surjo, provavelmente havia trabalhado a noite toda, sem descansa.
-Você passou a noite em claro? –Perguntou David.
-Você não chagava, fiquei pensando horrores, e tive que distrair a cabeça com alguma coisa.
-E onde está?
Christopher percebeu que David não o havia o respondido e com raiva estampado em seu rosto ele ergueu o braço direito e baixou a manga da camisa, mostrando uma espécie de armadura revestindo seu braço.
-E como isso é necessariamente uma arma?
Chris estendeu seu braço na direção do outro e disse.
-Quando libero uma quantidade significativa de energia para meu braço. –Ele inclinou levemente sua mão para baixo antes de libera a energia, logo em seguida uma lamina começou a surgir da armadura, a lamina era semelhante a de uma espada, sendo seu cabo, o braço do garoto.
A ponta de tal espada encostou de leve no pescoço de David, o fazendo sangrar.
-Esse braço impedi que magia faça efeito em mim, eu pediria para você tentar remover minha alma. Mas quando a lamina se aproxima de um mago, ele perde seus poderes, em nosso caso, não funciona cem por cento, pelo fato de sermos guardiões, e creio que seja por isso o fato de utilizar veneno de Basilisco para batizar a lamina, não é mesmo, você pode sentir o veneno em seu organismo, não é mesmo, David Huhlvan.
David se afastou do outro com a mão tentando a parar o sangramento, mesmo sendo um corte de leve, havia atingido uma das veias do garoto.
Ele podia sentir o veneno dentro de suas veias, sangue veio a sua boca, não por causa do corte, e sim do envenenamento, sua visão estava embaçada, ele não sentia mais suas forças, David caiu de joelhos, a dor que sentia era irreal, ele sabia que o veneno da criatura era letal, mas jamais imaginou tamanha dor e agonia.
-Chris-Christopher. –Disse David com a respiração ofegante.
O garoto se sentou na frente do jovem Huhlvan e disse.
-A quantidade de unicórnios, que você teve que matar, foi digamos mais que necessária para a criação dessa belezinha. –Ele fez a lamina recuar e disse em seguida. –Liberte-se. –Suas correntes apareceram bailando sobre o ar. –Sobrou um pouco e eu acrescentei essas estavas feitas com o metal transmutado dos chifres. O efeito delas são as mesmas da de minha espada ao aproximar as estacas próximo do outro as pontas delas ficaram vermelhas. –O melhor dessas estacas é que eu consigo remover os poderes de um mago a longa distancia, sem contar que posso mata-los. –Uma das estacas entrou fundo na cocha de David, o fazendo gritar. –O que foi? Tá doendo? Eu também coloquei veneno de Basilisco nelas, a proposito, a quantidade de veneno que você trousse, não era muita, mas tenho certeza que você matou a criatura para consegui-lo. Quantos mais terão que morrer para você obter sua vingança, em David?
O chão estava banhado de sangue, além dos ferimentos, sangue saia dos olhos e da boca do mais velho, ele não conseguia mais falar, a dor que sentia era exorbitante.
Christopher se inclinou na cadeira, respirou fundo e continuou.
-Na verdade, eu não me importo com a quantidade, ou quem morrerá, eu não estou nem ai para o mundo magico, desde que fui trocado, Elion preferi-o, se agarrar a uma profecia, que a mim, preferi-o está do lado da humanidade ao invés do meu, preferi-o dá ouvidos ao Ed a mim. Se não force por mim, ele nunca saberia que é um anjo. Mas isso não importa mais não é Davidzinho. O que interessa agora é que você disse que me amava, mas o que realmente você ama é esse seu maldito desejo de vingança.
Quase perdendo a consciência, David encarou o outro, mas o sangue misturado com as lagrimas emassaram sua visão.
Cristophe se levantou e foi em direção a uma gaveta, retirando uma seringa de lá.
-Fiquei com uns dois chifres, dos quais não transmutei, em vez disso fiz uma porção de cura, soube que os chifres de um animal divino como o unicórnio, tem um vasto poder de cura. –Ele se ajoelhou diante do outro e disse exibindo a seringa. –É uma pena que as prostitutas com quem você se deita não têm tão porção, não é mesmo David?
O outro já estava perdendo a audição, junto com sua consciente quando sentiu uma agulha perfurar seu peito.
-Dá próxima vez que você se deitar com alguém que não seja eu, haverá tanto veneno em seu organismo, que nem mesmo a vasta quantidade de sangue purpurizado que você tem escondido no porão, não serão capas de lhe curar. –Ele se levantou saiu, deixando David ainda sem forças para traz.



III
-Senhorita Lorena Esme. –Disse Sebastian. –Suponho que já esteja ciente da morte de Benjamim Burnier.
Uma jovem estava chorando diante dos dois investigadores, a maquiagem em seu rosto estava borrada devido o choro, Lorena possuía um cabelo curto descolorido, usava um vestido preto, ao levar as mãos para secar as lagrimas, os detetives viram suas unhas pintadas de preto.
-Eu soube, Jean um amigo de Benjamim me contou.
Hugo havia notado uma coisa e ao olhar para o mais velho percebeu que o mesmo tinha percebido a mesma coisa.
-Soubemos que vocês haviam terminados. –Continuou Sebastian. –Por qual motivo?
-Não sei ao certo. –Disse a garota. –Ele estava um pouco confuso, acho que foi devido, está chateado por não ter espiração para escrever mais um de seus livros.
-Só por isso?
-Acho que sim, sentir novos sentimentos o dava espiração, então acho que sentir a dor do termino seria mais que o suficiente para criar algum livro de drama, ou algo do gênero.
Antes que o detetive pudesse continuar, Hugo disse.
-Senhorita, seu nariz, ele está sangrando?
Lorena levou a mão para seu rosto e viu que de fato estava escorrendo um pouco de sangue de lá.
-Merda. –Disse ela.
-Perdão? –Disse Sebastian.
-Deve ser por causa de tudo que aconteceu, não me cinto muito bem. –Disse ela.
Sebastian se levantou e retirando um lenço de seu bolso ele disse.
-Iremos deixa-la descansar, por favor, pegue. –Ele entregou o lenço à garota e prosseguiu. –Poderemos precisar conversar com você, então não saia da cidade.
Já na rua Hugo comentou.
-Como foi que esse tal de Jean, sabia sobre a morte do amigo, se a única coisa informação liberada pela policia foi sobre o incêndio, e creio que o professor tenha sido informado pelos demais oficiais a não falar nada com mais ninguém.
-É o que iremos descobrir agora.

Jean Lafaiete, um jovem estudante de medicina, ele era alto e possuía um porte atlético, cabelo curto, e se vestia um pouco mais sofisticado que Lorena.
-Quando foi a ultima vez que você viu Benjamim? –Perguntou o mais velho.
-Apensarmos de sermos amigos de infância, Ben se abria mais com seu professor, o Wallace, eu o vir creio que uma semana antes do termino com Lorena, só soube que eles haviam terminado o relacionamento por que ela me contou.
-E como você soube da morte dele? –Sebastian voltou a perguntar.
-Não foi muito difícil deduzir tal coisa, assim que soube do incêndio liguei para Denis, ele estava na universidade e disse que viu alguns oficiais na sala de Wallace, creio que tenha sido você, e se eu parece para ligar os pontos, ele seria a primeira pessoa que a policia procuraria para contar sobre a morte de Ben.
-Esse Denis, ainda está na universidade? –Perguntou Hugo.
-Não. Eu pedir para ele vir aqui, creio que já esteja chegando.
-Você disse que Lorena lhe procurou, por que ela varia isso.
-Porquê? Bom, ela é minha prima, e sou o único membro da família por perto.
Sebastian o encarou antes de prosseguir.
-Há quanto tempo ela usa cocaína?
Jean respirou fundo e disse.
-Então o senhor percebeu.
-Apenas deduzir, Wallace, mencionou que Benjamim andava se drogando, e quando vir o nariz de Lorena sangrando, não foi difícil deduzir que era cocaína.
-Já faz alguns meses, isso está acabando com ela.
-Foi ela quem deu a droga para seu namorado, ou foi o inverso?
-Provavelmente foi ela.
A conversa foi interrompida com a porta se abrindo e a entrada de um garoto
-Jean cara. –Dizia Denis ao entra, mas ao perceber que seu amigo não estava só disse. –Ou! Desculpa, não sabia que.
-Por favor. –Disse Sebastian se levantando. –Junte-se a nós, Denis, suponho.
Ele foi até o lado do amigo e sentou-se.
-Estávamos falando sobre o fato de seu amigo, Benjamim usar drogas, o senhor saberia de alguma coisa? –Disse Hugo.
-Bom, sim, já que eu o aconselhei a parar de usar.
-Você o aconselhou? –Perguntou Sebastian.
-Sim, eu disse a ele, o que todo amigo faria, creio que Jean tenha feito o mesmo.
-Claro. –Respondeu o outro. –Tentamos fazer o tanto ele como a minha prima a pararem de usar.
-E como Lorena é uma baita de uma teimosa, não nos ouviu.
Sebastian passou a mão sobre seu cabelo e disse.
-Como ela reagiu com o termino do namoro?
-Nada bem. –Disse Denis.
-Ela ficou furiosa com Ben.
Hugo retirou seu celular do bolso e disse conferindo uma mensagem.
-Descobriram a quem pertencia o veiculo que deixaram às marcas de pneus próximas a sena do crime, e adivinha só a quem pertence.
- Lorena Esme. –Disse Sebastian se levantando.



IV
-Elion. –Disse Ruan se aproximando.
-Oi. –Disse Elion parando se socar um saco de areia pendurado no teto.
-É sobre a cerimonia de ascensão.
Elion secou o suor da testa e convidou o garoto para sentasse a seu lado, após bebê um pouco de agua ele disse.
-E do que se trada.
-Aparentemente todos os bruxos de nosso clã será convidado, haverá magos de todos os cantos do mundo, que serão trazidos por magia.
-Sim, eu sei disso, não vejo problema algum, mas por que estais me dizendo isso?
-Eu conheci alguns garotos, meses atrás em minha escola nova, eles são jovens bruxos, e meio que inexperientes.
-Eles não sabem sobre sua identidade?
-Não senhor. –Respondeu o protetor.
Elion respirou fundo deixando seus braços cair, e ao olhar para seu amigo disse.
-Você não deveria ter iniciado uma amizade com mentiras.
-Eu sei, mas eles não entendem muito sobre o mundo magico, e se eu contasse que sou um mago que pode usar magia nível suprema, eles não teriam deixado eu me aproximar. E fazendo eles acreditarem que sou humano, pude ajuda-los com pesquisas.
-Ruan! Você é um protetor, estará em um lugar reservado no dia da ascensão, todos os presentes iram lhe vê, você não pensou nisso antes de começar a mentir.
-Eu sei, eu planejava contar a verdade, mas ai soube que você havia se metido em encrencas e vir pra cá o mais rápido possível.
-E o que você quer  que eu faça?
-Teria como evitar a vinda deles para a cerimonia?
-Pelos deuses, não. Isso seria contra as regras, e não sou eu quem os invoca, é a Grande Mãe, e eu não tenho autoridade alguma para pedir tal coisa a ela. –Elion colocou a mão ao redor do corpo do garoto e o abraçou. –Mas relaxa, se eles são seus amigos, iram lhe perdoar por causa de uma mentirinha boba.
-Um desses magos, está apaixonado por mim.
-Como é que é? Elion disse se levantando, um Bruxo não pode ficar com outro, com exceção dos guardiões.
-E foi por isso que vir falar com você, eu usei um cristal que disse que um deles me ama, mas não sei quem, ou como evitar que essa pessoa me odeie.
Elion olhou para cima e disse.
-Você se fodeu.



V
-Vocês não acham que eu matei meu Ben? Acham?
-Por qual outro motivo você mentiu para a policia? –Perguntou Sebastian.
-Benjamim não estava tentando escrever um livro, ele foi a cabana a pedido de Wallace, foi ele quem recomendou que seu pupilo force escrever na cabana. –Disse Hugo.
-Eu não queria falar sobre as drogas, só isso. –Respondeu a Lorena.
-E que você foi fazer na cabana hoje mais cedo? –O mais velho voltou a perguntar.
-Eu sabia que uma garota estava colocando na cabeça dele, que ele deveria me deixar, que eu não passava de uma drogada, eu sei que foi por isso que ele me deixou, mas mais cedo, o Ben me ligou, disse que não deixaria ninguém dá palpites sobre nosso relacionamento, eu fui para a cabana para fazer as passes e levei  um pouco da droga, já fazia um tempo que ele não usava, sabia que ele precisava fumar alguma coisa.
-Então levou maconha pra ele. –Completou Hugo.
-Ele não curtia muito cocaína. –Disse ela.
-E por quer não nos contou isso antes? –Perguntou o mais velho.
-Porque achava que vocês não acreditariam em mim.
-O que vocês conversaram, quando você chegou lá? –Hugo perguntou
-Ele só pediu pra voltarmos, e me disse que me encontraria hoje a noite aqui em casa, eu vir na frete e o deixei arrumando as coisas.
-Não havia possiblidades dele ter cometido suicídio? –Perguntou Hugo a Sebastian.
-Duvido muito, creio que estejamos deixar passar alguma coisa. –Respondeu o mais velho. –Lorena, você disse que uma garota disse para seu namorado a deixar, mas pelo Wallace nos contou, o jovem Burnier não fazia amizades com garotas, ele evitava ao máximo, mesmo sabendo que você não é ciumenta. Quem lhe contou que era uma garota, foi o próprio Benjamim?
-Não. –Disse a garota. –Foi o Denis, nosso amigo.
Sebastian olhou para seu parceiro que entendeu a mensagem e perguntou.
-Você disse a alguém que Benjamim havia lhe ligado?
-Não, mas o Denis estava aqui, creio que ele tenha ouvido.
-Aqui? –Disse Sebastian. –E o que ele fazia aqui tão cedo?
-Achei que vocês já soubesse, é ele quem arruma o bagulho para mim, Ben não sabia disso, Denis tinha medo que isso afetasse a amizade deles.
Sebastian se levantou saiu colocando seu sobre tudo.
-Vamos Hugo, creio que esse caso esteja encerrado.
-Vamos aos detalhes. –Disse o mais novo já dentro do carro. –Denis é um traficante, que de um lado induziu a amiga a usar drogas, e por outro aconselhava o amigo a deixá-la por quer ela usava drogas?
-Ele estragou o relacionamento dos dois, por quer provavelmente ele queria pegar a namorada do amigo. –Respondeu Sebastian. –E nada é melhor para levar um relacionamento ao fim que conversas de amigos. Por um lado Denis era um canalha, viciando uma garota, e por outro bancava o bonzinho para o amigo e a sociedade dizendo que tal uso de trogas estava acabando com a vida do amigo e se uma garota estava fazendo isso com ele, ele deveria se afastar dela. Claro que ele dizia a Lorena que uma garota era quem estava o induzindo a libertação do vicio. Gerando dessa forma ciúmes na garota, mas a pobre Lorena e o jovem Benjamim se amava, e após receber o conselho de seu professor de refletir um pouco ele viu que se sua amada iria se afundar em uma força ele iria junto, porque a amava, por isso ligou para ela, Denis presenciando tudo resolveu acabar com o relacionamento dos dois com as próprias mãos.
-Matando dessa forma o amigo?
-Corretamente.
O carro parou em frente à casa de Jean e eles chutaram a porta gritando.
-Policia não se mecham.
-Um pouco tarde para isso. –Disse Denis com uma arma apontada para a cabeça de Jean. –Deixe-me ir, ou ele morre.
-Essa é a parte que odeio em meu trabalho. –Disse Sebastian apontando a arma para o delinquente. –É melhor coopera e baixar a arma garoto.
-Eu avisei para se afastarem. –Disse ele puxando o gatinho.
Um som de disparo ecoou pela casa.
E o jovem universitário caiu jazendo sobre o chão.
-Eu disse que vocês iriam precisar de mim. –Disse David saindo por trás de Jean com uma arma nas mãos.
-Você o matou? Disse Hugo se aproximando do corpo de Denis.
-Claro que não. –Respondeu o garoto. –Só atirei em seu pescoço, claro que ele sangraram até a morte, mas era a vida dele ou a de um inocente.
Denis se debatia tentando estancar o sangue com as mãos.
Jean o encarou e perguntou.
-Por que cara? Por quê?
Quase sem voz Denis disse.
-E-ele disse, que-que, eu de-deveria tirar Ben do meu caminho e s-ser, feliz.
Sebastian ouvindo tais palavras se aproximou e perguntou.
-Ele quem, quem lhe induzi-o a matar se amigo?
-U-Um ga-garoto de óculos. É, El...
-Denis? –Disse Sebastian. –Denis, quem lhe induziu ao assassinato, Denis?
-Ele está morto senhor. –Disse Hugo se levantando.
-Creio que vocês tenham mais um mistério em suas mãos. –Disse David. –Creio que eu já me envolvi de mais, é melhor ir e deixar vocês limpando essa bagunça, vou reportar o que aconteceu aos superiores. –Disse ele saindo da casa.
-Ainda tem mais essa. –Disse o mais velho colocando as mãos sobre a cabeça. mais que merda.
Já na rua um pouco distando de todos, o garoto retirou o celular do bolso e ligou para alguém.
-Senhor, o serviço está terminado. –Disse ele assim que a ligação foi atendida.
-Bom trabalho. –Disse uma voz cansada do outro lado da linha.
-Senhor? Você está bem.
-Sim. Só tive uma discursão com Christopher nada de mais. –Respondeu David se recompondo. –Ficou claro que Elion foi o responsável pelo crime?
-Não senhor. –Respondeu o outro David na rua. –Denis morreu antes de dizer o nome dele, mas os investigadores iram trabalhar nisso, lhe dou minha palavra. –A figura que que estava na aparência de David começou a mudar ficando semelhante a Elion.
-Estou confiando em você metamorfo. –Disse David colocando a mão em seu pescoço, mesmo o ferimento tendo se fechado por completo, de certa forma ainda lhe incomodava.
-Não se preocupe senhor. –Disse a criatura com a voz idêntica à de Elion. –Seus planos de ferrar ELE tanto no mundo humano como no magico irá se concretizar, lhe dou minha palavra.
David sorriu do outro lado da linha.
-Que os jogos comecem. –Disse ele por fim.



J. Aeff

8 comentários:

  1. Nossa, que historia viu ameiii, mdss tadinho do Elion o podre inocente, levando a culpa, em compensação a arma mega mirabolante com veneno lá fiquei imaginando, nossa quero umaaa

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    1. kkkkkkkkkkkkkk

      vai dá pena do Elion, mas ele irá dá um jeito como sempre rs

      agora arma mirabolante foi podre kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  2. kkkkkkkkkkk uiii
    kkkkk caraca... Coitado de Elion
    então vamos lá: que os jogos comecem hahaa!
    (votei Jay)

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    1. kkkkk
      Coitado mesmo do Elion
      os jogos já começaram, e começaram com força.

      Fico feliz com seu retorno (Mel)

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  3. <3 <3 sempre retorno
    é que eu estava ajudando Lucy a achar a calcinha dela,porém,nem ela sabe onde tá.

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    1. Meu Deus kkkkkkk

      depois eu conto onde está kkkkkkkkkkkkkkk

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