Aviso!

Olá caro humano, seja bem-vindo ao nosso mundo sobrenatural! Se essa é sua primeira vez aqui, recomendo que comece a lê por nossa primeira história, “O Sequestro”, que pode ser facilmente encontrado se você abrir o botão da primeira geração, Detectives, que fica no menu acima. Caso você seja um de nossos fãs, tenha uma boa leitura e não esqueça de comentar, ou caso contrario, kraismos morderá todos vocês, isso se Castiel não lhe bater primeiro.

sábado, 22 de outubro de 2016

41 - Presságio do mal





I
-Senhora, Smith? –Disse uma mulher se aproximando de uma idosa sentada encostada na cabeceira da cama lendo um de seus livros.
-Senhorita Davies? Já são hora do chá? Que horas são? –Disse a velha senhora pegando seu relógio ao lado. –Céus. –Disse ela. –Passei o dia inteiro lendo.
-Sempre que a senhora começa a lê um novo romance acaba se entregando a esse pequeno mundo que chamam de sonho. –Disse a outra colocando uma bandeja sobre o colo da senhora.

-Pelo cheiro posso deduzi que o chá é de camomila. E a torta? Maçã?
-E mais uma vez a senhora estar certa. –Disse a jovem começando a rir. –Se me dê licença. –Disse ela fazendo uma leve reverencia e saindo.
-Garota idiota. –Disse a senhora Smith quando sua funcionaria saiu. –Como se eu perdesse me precioso tempo lendo a porcaria de um romance. –Ela olhou para as misturas de latim e aramaico escrito em seu livro e disse começando a comer sua torta. –Os humanos finalmente sairão do anonimato para o mundo da magia, nós finalmente teremos um papel no mundo real, nós.
Um silencio se fez, Smith estava seria, algo estava errado, e foi então que o silêncio foi quebrado com o som da porcelana se quebrando, e a senhora que dedicou sua vida estudando magia, se foi.



II
-Não temos muito tempo. –Disse Shin entrando as pressas em sua casa, sendo seguido pelos demais.
-Se o que Angel disse for verdade. –Continuou Ruan. –Nossa amiguinha de rosa se alimenta da essência vital de suas vitimas.
Enquanto Shin movia alguma coisa da estante Castiel bateu sua joia vermelha  com força sobre a mesa.
-E por que não conseguimos localiza-lo com meu ruby?
-Essa é uma pergunta que iremos resolver depois. –Disse o coreano voltando com um par de luvas. –Eu criei essas luvas apedido de um mago, tecnicamente permitirá ao seu usuário dominar fios, sem o uso de magia. –Ele as colocou e disse mexendo as mãos fazendo alguns fios flutuarem no ar. –Está na hora de um test drive.
-Eu também irei com vocês. –Disse Angel.
-Desculpa- Respondeu Castiel. –Mas você é humano, poderá se machucar feio lá.
-Mas e o Ruan? Ele também é.
-Ele tem experiência com artes maciais. –Respondeu Shin olhando de leve para o protetor.
-Mesmo assim. –Disse Iago. –Estamos falando de lutar contra dois magos de cristal, será melhor que ele também ficasse.
-Se vocês querem ter alguma chance contra ele, eu sou a melhor opção de vocês.
-Como? –Perguntou a Inveja.
-Ele tem ração. –Disse Castiel. –Ele me avisou sobre o uso de minha barreira, eu poderia ter machucado feio Alan se não force por ele, e ele ainda disse como poderia quebrar o encanto que você colocou sobre ele Inveja.
Iago revirou os olhos e disse.
-Que seja, mas o representante do LGBT fica.
-O que? –Disse Angel. –Estamos falando do meu amigo que foi sequestrado, você não podem me deixa aqui.
-Sim! Podemos! –Respondeu Castiel. –Você é fraco fisicamente como emocionalmente, aprenda a manuseia uma arma e depois conversamos.
-Mas...
Shin o interrompeu.
-Yumy ficara com você. –Disse ele fazendo menção de um de seus robores.
Angel o encarou e perguntou.
-Yumy não é nome de uma atriz pornô?
Os demais encararam o jovem sul coreano.
-Bom. Quê? Mary, Bruna, Luna, são todos nomes de atrizes pornô, isso não significa nada.
Castiel o abraçou e disse.
-Então por que você está vermelho e soando? Seu pervertido.
Ruan levou à mão a boca com o intuito de deter o riso.
-Bom, é, bom. –Shin disse tentando se explicar.
Iago revirou os olhos e disse.
-Achei que íamos regatar o verme de esgoto e não debater quais filmes pornô esse virjão já assistiu.
-Tem ração. –Disse Castiel o soltando e indo em direção à porta. –Vocês ainda não me falaram como iremos encontra-lo se minha joia não funciona.
-Eu coloquei um rastreador no celular dele, na verdade de vocês todos. –Disse Shin. –Aparentemente ele está no terraço de um prédio do outro lado da cidade.
Quando todos sairão Angel disse.
-E agora, o que eu faço?
-Posso lhe fazer uma lasanha se camarão se quiser. –Disse o sintozóide.
Angel a abraçou e disse.
-Mesmo você tendo nome de atriz pornô, eu te amo Yumy.



III
            Retomando a consciência Alan olhou para os lados, por algum motivo ele estava com o corpo dormente e queimando ao mesmo tempo. Quando enfim voltou a sir, ele sentiu o vento gélido da noite sobre o seu rosto.
            -Não. –Disse ele. –De novo não, vem cá. –Disse ele começando a gritar. –O que vocês têm contra mim que vivem me sequestrando?
            -Você pode cala a boca? Estou com dor de cabeça. –Disse uma garota amarrada em uma cadeira do lado dele.
Alan a encarou e disse.
-Bom, ao menos dessa vez não estou sozinho.
-Aparentemente vocês dois também não sabem onde encontrar a esfera branca do velhote. –Disse Luxuria se aproximando.
-Eu não lembro de ter falado alguma coisa. –Disse Alan encarando o casal a sua frente.
-Aquela vadia é uma devoradora. –Disse a outra presa à cadeira. –Ela se alimenta, da juventude, beleza e conhecimento de suas vitimas. Em outras palavras ela só precisa lhe sugar para ter o que quer, não precisa perguntar.
Vaidade se aproximou e disse.
-Ao menos sou uma vadia estilosa, diferente de você queridinha, mas espera o que de alguém que tem o topázio como joia.
-Mesmo vocês não sabendo nada sobre a joia do mago, vocês tem algo que nos entenreça, para começa, Gula, minha amiguinha aqui só conseguiu ter acesso à metade de sua mente, por quê? –Disse ele interrompendo o inicio da briga sobre moda que sua amiga estava preste a começar.
-Talvez ela seja burra o suficiente para não saber como usar o poder direito.
Vaidade acertou um soco no rosto da garota e disse.
-Burra a vovozinha. –Ela olhou para sua mão e disse. –Merda quebrei a unha. –Ela agarrou o rosto da garota e ao abri sua boca próxima a dela, a nevoa rosa começou a sai de dentro da boca de Gula indo até a de Vaidade, e de uma forma que faria toda garota vaidosa que se prese sutar, a unha de Vaidade se concertou.
Vendo que a de laranja estava inconsciente Luxuria se virou para Alan e disse.
-Seus amigos tem um livro interessante, e provavelmente irão vir atrás de você, estou contando com isso, assim podemos pegar esse tal livro da verdade. Creio que adicionar o sangue de mais três magos, seja o suficiente para revela o que precisamos.
-Seria se entregássemos o livro a você seu vadio. –Disse Castiel entrando no terraço.
-Vocês chegaram mais sedo que o esperado. –Disse vaidade. –E que gatinho é esse com vocês?
-Sou o mago da esmeralda, e você pode me chamar de inveja.
A garota o encarou confuso e disse.
-Não estava falando de você, e sim do asiático lindo que me fez precisar trocar a calcinha só de olhar para ele.
Shin corou diante das palavras da outra.
Castiel começou a alternar o olhar entre a de rosa e seu colega nerd e disse.
-Que nojo.
-Caso vocês não tenham percebido, eu estou à beira de ter uma hipotermia aqui. –Disse Alan com os lábios praticamente azuis de tanto frio que estava sentindo.
Ruan respirou fundo e disse.
-Façam como o combinado.
Shin tomou a frete, seus olhos negros agora estavam semelhantes a um computador, havia centena de letras e números em movimento em foma vertical neles. Ao movimentar suas mãos, fios saíram de dentro das luvas.
-Violet. –Disse Luxuria.
-Agora você acerta meu nome? –Disse Vaidade o encanado. Ao olhar para Jiho seus olhos ficaram violetas. –Ele não está usando magia. –Afirmou ela.
Shin a encarou sorrindo quando disse.
-Experimenta ficar excitada agora.
-O quê? –Quando Vaidade deu por sir, estava presa nos fios do garoto. –Luxuria. Help me.
O garoto avançou em cima do coreano quando Castiel se colocou sobre ele e ao erguer uma das mãos uma barreira vermelha surgiu em sua frente e o punho de Luxuria foi de encontro com ela.
-Em todos esses anos que pratico, ninguém nunca conseguiu para meu soco. –Disse ele sorrindo andando de costas.
Ele pegou impulso e voltou a correr na direção da garota que mais uma vez criou a barreira, mas dessa vez Luxuria não a socou ele saltou colocando a mão sobre a parte superior da barreira pegando impulso e saltando ainda mais alto.
Ruan sorriu e disse.
-Iago, agora.
O outro garoto de olhos verdes sorriu e ergueu ambos os braços na direção do que estava sobre o ar. E como antes um buraco surgiu no centro de cada uma das mãos, mas dessa vez, saiu um corvo de cada uma.
Os corvos foram em direção ao garoto que estava preste a acertar Castiel, e ao se chocarem com ele se transformaram em uma nevoa negra que tomou conta de seu corpo, o fazendo cair e cobrindo por completo seu campo de visão.
Iago se abaixou apontando suas mãos para o chão e delas saíram serpentes que foram em direção ao garoto coberto pela nevoa.
-Castiel! –Disse Johan.
Ela colocou uma mão em frente à outra e gritou, uma barreira se fez ao redor do garoto, ela tomou a forma de uma esfera o prendendo lá dentro.
-Você não conseguiu quebrar minha barreira antes, duvido que consiga agora que as mordidas das serpentes tiraram sua concentração.
-O.K. –Disse Shin. –Mas e agora? Os prenderemos para sempre?
-Só queremos o mesmo que vocês. Encontrar a esfera do velho, e descobrirmos o que realmente somos. Só isso. –Disse Luxuria começando a suar devido o veneno em seu organismo.
-Não podemos confiar neles. –Disse Iago.
-Olha quem fala. –Disse Alan quase morrendo de hipotermia. –O filho da mãe que me sequestrou e torturou.
-Ele tem ração. –Disse Ruan. –Você é um tremendo filho da mãe igual a esses dois.
-Eu prometo não machucar ninguém se o gatinho dos fios me dê um beijo. –Disse Vaidade suspensa no ar pelos fios.
-Nem pensar, não vou perder meu B.V. (virgindade de boca)  com  alguém feito você. –Disse Shin. –Espera. Eu disse isso em voz alta?
-Como eu disse, ele é um virjão. –Comentou Iago.
-O quê? Antes nerd e solteiro que casado e sem game! –Afirmou o coreano.
Castiel revirou os olhos e disse.
-Iago, você pode cuida disso?
Ele respirou fundo e movimentou a mão direita, os olhos de Vaidade e Luxuria ficaram negros.
-Pronto, eles acham que esse veadinho a beijou.
-Isso foi meio preconceituoso cara. –Disse Shin.
-Eu sei. –Rebateu o outro.
-Pessoal? –Disse Alan quase desistindo.
Castiel o encarou e caminhou em sua direção, o desamarrou e o entregou seu sobretudo em seguida.
-Você precisa mais do que eu.
-Obrigado, falta desamarrar a outra gar...
A cadeira do lado da dele estava vazia.
-Mas como? –Ele voltou a falar.
-Resolvemos o caso da outra garota depois. –Disse Ruan. –Luxuria, qual o seu nome mesmo?
-Como se eu force lhe responder. –Disse ele.
- Lance Gray. –Disse a de rosa.
O garoto preso na barreira disse.
-Traidora.
-Você também disse meu nome em batalha, então não reclama filhote.
-E quanto a você Lance?
-Só preciso saber quem sou, se deixarem eu colocar meu sangue naquele livro de vocês, não estou nem ai com o resto.
-Iremos pesar sobe isso, mas entraremos em contato. –Disse Johan.
-Já peguei o numero de vocês. –Disse Shin os encarando com seus olhos cibernéticos.
-Amigo hacker é outro nível. –Disse Alan se tremendo.
-Temos um acordo? –Perguntou o Protetor.
Lance movimentou a cabeça em afirmativa.
Ira desfez a barreira e disse.
-Vamos, temos que preparar algo para Alan ou ele entrará em choque se continuar nesse frio.
Shin colocou a garota no chão e fez os fios voltarem para as luvas, se juntando aos demais em seguida.
            Já na rua quando tentavam pegar um taxi, foram surpreendidos pelo diretor da escola.
            -O que vocês fazem aqui há essa hora?
-Senhor. –Disse todos em uni som.
-Céus, o que aconteceu com esse ai, ele precisa de um hospital e rápido. Vou ligar para a emergência.
Eles poderiam curar Alan mais rápido que qualquer medico ou hospital, mas não podiam dizer isso ao diretor sem levantar suspeitas, então apenas esperaram em silencio.
-Senhor Johan, poderia ficar e me explicar o que aconteceu? Você poderá ir ao hospital em seguida. –Disse ele antes que o garoto entrasse no carro.
-Vai lá. –Disse Castiel.
Quando os demais saíram o diretor encarou o garoto e disse.
-Você anda se metendo em encrencas de mais com esses, como eles se denominam mesmo? Magos de cristal?
-Então você já sabe sobre eles.
-Nada acontece em minha escola sem que eu saiba, qualquer um com habilidades sobrenaturais que atravessem o portão de minha escola é identificado por meu encantamento, e sou alertado imediatamente.
Rua sorriu colocando as mãos nos bolsos de seu casaco e disse.
-Não poderia espera menos de você, mas gostaria de saber o que o senhor Scott, um dos dez membros da poderosa Cúpula faz sendo diretor de uma escola?
-Ser diretor tem suas vantagens, sem contar que é um ótimo desfase não acha? Afinal de contas, quantas formações você tem, e seu amigo Jiho? Se não me engano ele tem umas quatro formações, mas mesmo assim estão se passando por simples estudantes, não me julgue Protetor.
-O que você realmente quer comigo? Afinal de contas você poderia ter me chamando em sua sala se queria apenas me dá um oi.
-Quero que você investigue um caso para mim.
-E se eu recusar? Contara ao pessoal que sou um mago mais poderoso que todos eles juntos?
-Não meu caro, eu não ganharia nada com isso, mas creio que a Cúpula tenha certo interesse nos magos de cristal, e seria uma pena se seus amigos fossem levados e usados como uma experiência, ou pior, usados pela Agatha.



{...*...}
-Essa foi por pouco. –Disse San. –Onde você estava com a cabeça em querer encarar sozinha dois magos?
-Não me julgue irmãozinho, você teria feito o mesmo.
-Não, não teria, eu sou mais esperto que você, eu estudo meus inimigos antes de ataca-los.
-Aproposito, aqueles que lutaram contra os dois filhos da puta que me prenderam, eram de sua escola, não?
{...*...}




IV
-Quem mais estava na casa além da senhora, senhorita Davies? –Perguntou Ruan.
-No momento em que ela morreu estava sozinha, ai liguei imediatamente para a policia.
-Os homens que a atenderão eram do clã, por isso estamos aqui. –Disse Scott.
Ruan o encarou e disse.
-Onde ela está no momento?
-Em seu quarto, não a toquei desde que vir que estava morta.
-O.K. E onde fica o quarto dela? –O garoto voltou a falar.
-Por aqui. –Disse a empregada se levantando. –Eu os levarei lá.
O quarto da falecida senhora Smith era grande e de coloração branca, era um lugar calmo e moderno.
 E estava tudo em seu devido lugar, se não fosse por uma xicara quebrada ao chão, um pedaço de torta largado e um cadáver sobre a cama.
Ruan pegou o livro que estava próximo ao corpo e disse.
-Senhorita Davies, você mencionou que ela passou o dia trancado dentro do quarto lendo um romance, foi isso?
-Sim senhor. –Respondeu ela.
Ruan a encarou e disse.
-Poderia nos deixar a sois?
-Claro. –Disse ela saindo.
Ao vê a porta se fechando ele se virou para seu diretor e disse serio.
-Ela estava lendo sobre as histórias milenares de nosso clã.
-Como lhe avisei. Essa senhorinha era importante.
-Mas como? Ela é uma humana sem dono, o mínimo que a Cúpula deveria ter feito, era executá-la, por saber de mais.
-A senhora Smith era bem rica. –Disse ele olhando os demais livros que estavam em uma estante ali no quarto. –Ela era dona de uma empresa, onde empregou centenas de magos que precisavam de emprego, em troca, nós a deixamos continuar estudando sobre o mundo magico. Fizemos com ela o mesmo que aos governantes desse mundo, presidentes, ministros, reis, todos se curvam secretamente perante nós, e em troca, nós os damos proteção.
-Então é isso? Você está preocupado com os empregos que alguns magos perderão quando o herdeiro dela assume a empresa?
Scott sorriu diante as afirmação do garoto e disse.
-Na verdade não, há alguns meses, induzimos ela a assinar alguns papeis, passando toda a sua propriedade para o clã, como uma forma de prevenção, afinal de contas, ela estava velha.
O garoto o encarou e disse.
-Me dê um motivo para não o executar em nome de ELE.
-Se eu a tivesse matado seria a distancia, um ataque cardíaco, por exemplo. Não envenenada. –Afirmou ele por fim apontado para um pedaço de torta.
Ruan se abaixou e pegou a torta, a levanto até o nariz.
-Cianeto. –Afirmou o garoto.
-Seu olfato é perfeito.
-Essa não é hora de me elogia, a aranha tatuada em sua mão, é o símbolo de sua casa, e até onde eu saiba, os magos da casa de aranea são especialistas em veneno.
-Sim, somos, como também temos uma ótima percepção e extinto, Por que você não olha direito para a torta.
O garoto a desfarelou e disse.
-Semente de maçã.
-Como ia dizendo, somos especialistas na fabricação de veneno e na cura para eles, nesse caso, nossa queridinha senhorita Davies não retirou as sementes da maçã, envenenando sua patroa. Ou não.
O garoto semicerrou os olhos e disse.
-Mesmo a semente da maçã contendor cianeto, é necessário uma quantidade muito grande de sementes.
-Alguém poderia ter adicionou uma forma liquida de cianeto a  receita. Há envenenando dessa forma.
-Não. –Afirmou o garoto. -Não a uma quantidade razoável de cianeto nessa torta, e o chá é apenas chá.
-Então ela apenas se engasgou com um pedaço de torta?
Ruan estava com os olhos vermelhos, ele havia ativado seus poderes e disse.
-Algo está fedendo a podre aqui. –Voltando ao normal ele pegou a faca dado à senhora Smith para cortar a torta e enfiou na garganta dela, fazendo uma abertura lá.
Scott se aproximou e com o auxílio de um lenço retirou algo de lá.
-Impossível, uma coisa dessas não é vista há milênios? –Disse ele olhando para algo de formato circular cheio de espinhos de cor negra.
 -Alguém a matou com magia das trevas, e seja lá o que tenha sido, acho que está por trás, ou ligado à morte da professora em nossa escola.
-Talvez uma consequência pelos magos de cristal terem despertados?
-Não. –Disse o garoto. –Talvez tenha sido devido a isso que os magos tenham despertado, fazer uma magia dessa e não ser detectado pela Cúpula seria insano.
-Alguém tão poderoso quanto ELE, suponho. –Disse o diretor.
-Isso é o que é insano, não existe ninguém mais poderoso que ELE.


J. Aeff





Bônus:



Em uma noite de lua minguante sentado sozinho ao relento ele estava;

Ao lado de um pilar encostado ficava; Próximo a uma antiga praça, com seus bancos de madeira e um forçado jardim em seu centro, que nunca o ajudava;

Iluminados pelas luzes amareladas dos postes que sempre altos estavam;

Sozinho e desamparado ali o garoto estava. E diante o luar sempre ficava;

Quando de repente um olhar sua atenção chamou;

Com um doce sorriso recebido seu coração disparou;

Pobre garoto que enfim a ele a paixão chegou;

Porém nada ele fez, a pessoa passou e aquele calor em vazio logo se tornou.


J. Aeff

4 comentários:

  1. Esse poema é tão minha vida kkkkkkkkkk

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    1. Poxa que triste, sua vida deve ser uma porcaria :'(

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  2. Amei a história, tadinho do Alan sequestrado novamente, e esse diretor falsiane em kkkkk

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    1. kkkkkkkkkkk, verdade, fico feliz q tenha gostado rsrsr

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