Aviso!

Olá caro humano, seja bem-vindo ao nosso mundo sobrenatural! Se essa é sua primeira vez aqui, recomendo que comece a lê por nossa primeira história, “O Sequestro”, que pode ser facilmente encontrado se você abrir o botão da primeira geração, Detectives, que fica no menu acima. Caso você seja um de nossos fãs, tenha uma boa leitura e não esqueça de comentar, ou caso contrario, kraismos morderá todos vocês, isso se Castiel não lhe bater primeiro.

sábado, 3 de dezembro de 2016

45 - Um Mago Aparece




 Não importa o qual forte você seja, uma dor é capaz de forja até mesmo um coração de diamante, pois no fundo, somos todos de cristãos.
(O Mago dos Cristais)




I
O sinal da escola toca anunciando o intervalo para o almoço, Castiel praticamente correu para as escadas, indo em direção ao terraço da escola ao encontro de Alan e Iago.
-Vocês conseguiram senti alguma presença? –Perguntou ela.
Com a cabeça Inveja respondeu negativamente.
-Tem certeza que a mais um mago de cristal nessa escola? –Perguntou ele. –Acho que a essa altura tanto você, como eu, já teríamos localizado alguém com tanto poder.
-Eu sei, mas ao saber do Jiho que o diretor Scott é um bruxo, me chocou bastante, já que nunca havia percebido, e se ele conseguiu se esconder de nós dois, creio que de fato aja mais um mago escondido aqui.
-Só por que o pirralho acha que tem, deveríamos perder tempo procurando, aproposito, onde ele está mesmo?
-Com Johan investigando algo, e creio que deveríamos levar Shin mais a cério, afinal de contas, foi ele quem nos ajudou desde o começo, só pra contatar. –Disse Alan se aproximando.
Castiel fechou os olhos e tentou sentir algo, mas nada sentiu além da brisa que soprava em seu rosto.
-Shin disse que essa escola é secada por algum tipo de escudo invisível. –Começou Alan. –Se ele estiver usando essa barreira para se esconder?
A garota a encarou e disse.
-Bem pensado. –Ela olhou para o seu e pode sentir a barreira claramente sobre sua cabeça.
-Para cria uma barreira nessa escala, suponho que ele deva ter utilizada alguma espécie de ancora. –Disse Iago.
-Tenho que concordar com você. –Respondeu Castiel.
-É só eu que não estou entendendo nada? –Disse Alan confuso.
-Ancora é um recipiente, normalmente um objeto, onde feitiços são selados, normalmente feitiços dessa escala, são desfeitos se a ancorar for destruída.
-E o que você acha que possa ser essa ancora? –O garoto voltou a perguntar.
-Não sei algo bem a vista, mas discreto suponho, algo que possa ser vista de longe.
-Como a estatua do anjo no pátio da escola disse? –Disse Avareza apontando para baixo.
Castiel e Iago encararam a estatua e ela disse.
-Exatamente, como?
-Eu não sei. –Respondeu ele.
-O que estamos esperando? –Perguntou Iago. –Se a estatua é a ancora, vamos destrui-la. –Ele parou de falar pulando do terraço da escola.
Sorrindo Castiel disse.
-Que seja.
Ela saltou terraço abaixo seguindo o outro.
Olhando para baixo Alan disse a sir mesmo.
-Nem fodendo eu pulo dessa altura, finalizou ele indo para as escadas.



II
Com o auxilio da luz de uma lanterna, Jiho e Johan atravessavam os corredores de uma antiga construção, perdida abaixo do solo.
-Aparentemente esse lugar está intocável a séculos. –Disse Shin olhando para os lados.
-Deve haver algum motivo para sua mãe ter aberto um portal próximo dessas ruinas.
-Minha mãe é uma colecionadora, uma bruxa que ama admirar objetos antigos desse e de outro reinos, mas e poeira sobre o chão é uma prova clara que ninguém vem aqui a muito tempo. Ao menos que aja alguma outra entrada do outro lado da ruina.
Ruan parou e olhou ao seu redor, ele estava sem a estrela em seu braço, e a enorme pele de lobo estava presa ao redor de sua cintura.
Ele podia sentir o cheiro do ambiente, podia sentir a poeira, as teias de aranhas, e o cheiro da morte, ele sabia que o único a pisar lá dentro nos últimos séculos era ele e seu amigo, mas aquilo não faria sentindo, por qual outro motivo levaria alguém a abrir um porta para lá.
-Espera. –Disse Johan. –Você está cento, esse não é o local, o portal não ficava apenas próximo daqui, mas da caverna com os cristais também.
-Lamento em concordar, mas isso sim parece com algo que minha mãe faria.



III
-Achei que não chegaria mais. –Disse Iago encarando o outro.
Ofegante Alan apenas disse.
-Por quer vocês não destruíram a estatua? Ou ela não é a ancora?
-Não. Ela é. Mas. –Dizia Castiel.
-Mas? –Insistiu Alan.
-Como você conseguiu vê que essa é a ancora? –Inveja perguntou.
-Tecnicamente pela luz que está saindo dela. –Disse o outro.
Castiel o encarou e perguntou.
-Alan, Qual luz?
Incrédulo o garoto disse.
-Vocês não estão vendo? –Disse ele apontando para a cabeça da estatua.
Ao vê que os outros dois responderam negativamente ele continuou.
-Vocês conseguem pular do terraço do quinto andar, mas não conseguem vê esse brilho?
Com os braços cruzados, Castiel respirou fundo e encarou o enorme anjo de cimento a sua frente, com uma das assas faltando e a outra caída sobre seu corpo, aquela escultura, se destacava pela escola, e era usada como símbolo de esperança e poder, e mesmo passando por ela todos os dias, aquela garota nunca sentiu nada vindo dela, muito menos sabia sobre a barreira ao redor da escola.
Ela se aproximou e colocou sua mão direita esquerda sobre a escultura branca e disse.
-Ela não é a ultima.
-Como? –O de olhos verde se questionou.
-O feitiço utilizado para firma ela como ancorar, firmou alguma outra coisa como ancora também, e ambas estão interligados.
-ou seja? –Perguntou Alan.
-Significa se destruirmos uma das ancoras sem destruir a outra simultaneamente, a pessoa que lançou o feitiço saberá que estamos tentando destruir a barreira.
-Mas o diretor saberá que a destruirmos de qualquer maneira. –Disse Alan.
-É por isso que destruiremos as ancoras durante a noite, ele só saberá sobre a barreira quando voltar amanhã pela escola, e supondo que ele tenha algum atraso com o carro quebrado, quando ele chegar, já saberemos quem é o mago dos cristal restante.
-Acho que eu entendi, mas se destruirmos as ancora durante a noite, que diferença faz se as destruirmos uma por uma.
-Todo feitiço contem um traço de DNA, que revelaria quem o fez e onde encontramos, e alguns outros ritos, esse DNA, é tão poderoso, que se for tentar destruí-lo, ele mandará algo que chamamos de mensagem criptografada a pessoa que a fez, informando-a que algo de errado está acontecendo. E seria isso o que aconteceria se destruirmos ancora por ancora, se destruirmos o selo de uma, as restantes mandaria a mensagem ao seu criador.
-Quanto mais eu tento apreender, mas encolado eu fico. –Disse Alan.
-Então deixe para se enrolar depois cara. –Disse Angel se aproximando. –Vocês tem apenas alguns minutos antes do sinal tocar, e nem tocaram no almoço ainda, não sou nenhum bruxo, mas sei que vocês chamariam a atenção se o estomago começa a roncar no meio da aula.
-Detesto concordar com você cabelo LGBT, mas ele tem razão. –Disse Inveja ficando ao lado dele.
-Faremos uma pausa par o almoço, na hora do ultimo intervalo, nos encontraremos aqui para procurar pelas outras ancoras. –Disse Castiel se afastando.
-Castiel. –Alan falou chamando sua atenção. –Por que você não fica e almoça com a gente?
Tentando esconder o rosto corado, a garota continuou andando e disse quase que sem folego.
-Um outro dia quem sabe.



IV
-Não é por nada não Vanelly.
 -Violet, meu nome é Violet. –Ela corrigiu ele.
-Que seja, mas estou desde cedo carregando suas compras, não podemos parar para descansar e comer algo?
Vaidade o encarou e disse.
-Não irei comer pois devo prevalecer com meu lindo corpo magro, e você não irar descansar pois está em treinamento, nada mais justo que andar carregando o peso das minhas sacolas.
Luxuria a encarou e se conteve andes de falar alguma coisa,  não era a toa que Violet era a feiticeira da vaidade, ela era escandalosamente perfeita.
Era um dia de sol, por isso ela estava sem seu, sobretudo, em vez disso ela usava uma camisa branca com um lenço rosa ao redor de seu pescoço caindo sobre sua roupa, usava uma leve saia rodada de um rosa mais claro que a de seu lenço e usava uma sapatinha que combinava com sua roupa, algo próximo ao marfim. Seus cabelos castanhos claros soltos ao vento e seus olhos azuis cristais lhe davam um ar angelical. Recusar fazer algo que aquela garota pedisse era no mínimo pecado, então Lance soprou a mecha branca de seu cabelo que estava sobre seus olhos e disse.
-O.K. Mas da próxima vez iremos pagar um taxi.
Antes que ela pudesse dizer algo, um cara passou correndo por ela e lhe arrancou sua bolsa.
-Filho da mãe. –Disse ela começando a correr atrás dele.
-E agora? –Disse Lance para sir memo. –Se eu lagar essas coisas aqui e ajuda ela, ela me mata, mas se eu não a ajudar, ela também, me mata. –Ele respirou fundo e disse. –Que o sangue de Abraão me ajude.
Segurando firme as compras ele tentou correr na direção onde a garota foi.
Ela seguiu o cara até um beco sem saída.
-Foi muita idiotice sua, me segui até aqui patricinha. –Disse ele puxando um canivete do bolço.
-O que esse povo tem com laminas, eu odeio me cortar. –Disse ela se aproximando do ladrão.
-Para trás...
Antes que ele pudesse fazer ou falar algo, os olhos da garota que agora estavam lilás fizeram o corpo dele paralisar.
Ela agarrou seu pescoço e começou a suga-lo, no inicio a nevou saiu lilás como de costume, mas depois ficou cinza, ela não sugava apenas as qualidades daquele homem, mas a sua vida.
-Vanelly? Vanelly? –Lance disse ao se aproximar. – Violet.
Ao ouvir seu nome a garota largou o cara no chão e recuou sem entender o que estava acontecendo.
Luxuria largou as sacolas e foi até o corpo que jazia e ao se abaixar ele retirou o capuz que cobria o rosto  do assaltante, mostrando a face de um homem não muito mais velho que eles, após levar os dedos para o pescoço dele, Lance se levantou e disse.
-Ele está morto, você o matou Violet.
-Não, não pode ser, eu nunca pedir o controle.
-Desde o dia que você sugou aquele ceifador, seus poderes estão diferentes. –Ele disse pegando na mecha branca de seu cabelo.
Ela respirou fundo e disse.
-Eu devolvi a você a essência que o ceifador lhe roubou, e se eu tentar devolver a ele.
-Violet, eu estava quase morto, não morto, quase. Esse cara já se foi, a única coisa que podemos fazer é ir embora, e torcer para a policia dizer que ele teve um ataque cardíaco, sua sorte é que seus poderes vedar suas impressões digitais, ou você estaria ferrada.
Ela ficou confusa por um momento colocando mão na cabeça.
-Vaidade, o que foi?
Ela apenas o encarou confusa e disse.
-Santo Deus.



V
-Quantos tipos de cristais você acha te tem aqui –Shin perguntou para quebra o silencio.
-Além do desgraçado do cristal de Aphrodite? Alguns, eu acho.
O Coreano começou a rir.
-Acho que você nunca odiou tanto alguém, como está odiando Aphrodite.
-Não lembra não, como se eu não tivesse problemas o suficiente, tenho que descobrir qual dos magos de cristal estar apaixonado por mim, e convence-lo que não sou espião da Cúpula, ou ao menos evitar que conte meu segredo ao restante dos magos.
-Estranho. –Disse Shin olhando para uma tela fina do que parecia um tablet. –Aparentemente a algo errado com esses cristais.
-Como?
-Além dos cristais de banimento e o cristal de Aphrodite, todos os outros tem em uma vasta quantidade.
-Isso significa que, os cristais de banimento e o de Vênus foram colocados de proposito aqui.
-Ruan, eu não acho que foi uma mera coincidência o espectro vir para cá, e não acho que minha mãe esteja envolvida com o portal para cá, ela é de levar as coisas, não de deixar para trás.
Após olhar para o cristal rosa que o Protetor retirou de seu bolço ele olhou para o fundo da caverna e começou a ir em direção do local onde eles acharam os cristais de banimento pela primeira vez.
-Tente localizar mais algum cristais de banimento na caverna, de forma alguma esses cristais poderia, ter sido trazidos para cá, seria insano.
Eles chegaram ao lugar onde encontroaram os cristais que baniram o ceifador, porem eles não estavam, mas lá.
-Ruan?
-Faça um escaneamento, tente criar um programa que mostre as posições de como os cristais estavam.
Não demorou muito e sobre o ar, pairavam a imagem de cinco cristais.
-Aproximem eles. –Disse Ruan. –Pare. -Após olha para as posições deles ele disse. –Depois que saímos, alguém veio aqui e pegou os cristais, ele sabia que voltaríamos para cá e não queria que os usássemos para rastear.
-Ruan, você está tentando falar que...
-O espectro não foi banido para o inferno e sim para o lugar onde ele foi invocado. –Ele respirou fundo e tentando conter seus olho que agora estavam ficando húmidos disse. –O que aconteceu com Thea não foi um acidente, ela foi assassinada, alguém ou alguma coisa, manipulou a invocação dos magos, fazendo que os espectros aparecessem no lugar do espirito dos Magos dos Cristais, alguém fez o espectro vir aqui e depois o baniu de volta a sua casa, alguém fez o espectro destruir o espirito de Thea ao invés de devora-lo. Alguém a matou.
O outro garoto que até então somente ouvia, caiu de joelhos sobre o chão húmido daquela caverna, suas lagrimas caia sobre a terra.
Antes que Johan pudesse se aproximar para consolar o garoto, ele ergueu a cabeça, seu poder havia se manifestado e semelhante ao dia em que ele matou o espectro, seus olhos estavam vazios e cheios de números.
Ele olhou para o Protetor e disse com a voz firme.
-Por favor, me deixe sozinho.
-Shin...
-Me deixa sozinho. –Repetiu ele impedindo de deixar o outro falar.
-Estarei lá fora caso precise, vou pescar algo e fazer uma fogueira, teremos que passar a noite aqui.
Sem espera por uma resposta Ruan apenas deu as costas e saiu deixando o garoto a só.
Números, letras e códigos estavam girando ao redor do corpo do sul coreano, o símbolo de seu Clã surgiu sob seus pés, e seus olhos agora estvam brancos.



VI
-Onde vocês estavam para demorar tanto? –Perguntou Castiel para a de rosa e seu fiel escudeiro.
-Tivermos que resolver um contra tempo. –Respondeu Luxuria, Violet ainda estava cabisbaixa. –Mas o que é de tão importante a pondo te nos chamar a sua escola a essa hora da noite?
-Acreditamos, que não conseguimos encontrar o ultimo mago de cristal por causa da barreira que protege essa escola.
-E o que eu tenho a vê com isso?
-Existem três ancoras que precisão ser destruídas, e o Zé ruela do Avareza não tem poder o suficiente para destruir uma única ancora, então chamamos vocês aqui para nos ajudar. –Disse Iago.
-O.K. E onde está a ancora que vocês querem que eu destrua, não posso ficar muito tempo aqui, Vaidade e eu temos nossos próprios problemas.
-Apenas destrua sua ancora ao mesmo tempo que nós e podem ir. –Disse Ira perdendo a paciência. –Shin não está aqui para nos dá aqueles aparelhos de comunicação que ele tem, então Iago irar conectar nossas mentes para usarmos nosso poder na mesma hora. Sua ancora está por trs da escola, é uma arvore antiga.
-O.K. –Disse ele se dirigindo para os fundos sendo seguido por Vaidade.
-Eu fico com a estatua perto da piscina, você cuida do anjo. –Disse Iago se dirigindo para dentro da escola.
Não demorou muito e todos estavam em frende a ancora que foram designados.
-Estão prontos? –Disse Iago mentalmente aos outros dois.
-Sim. –Castiel e Lance falaram em uni som.
-Nó três então. Um! Dois! Três!
- lux crystallis. –Todos falaram em uni son.
Raios de luz, vermelho, verde e azul claro, voaram em direção as ancoras forçando um selo a aparecer no ar, os feites de luz o acertou o fazendo se romper, o destruindo por consequência.
-Castiel. –Disse Iago por pensamento.
-A barreira está intacta. –Respondeu ela.
Um feite de luz saiu do centro da escola, e como uma onda se movendo em alta velocidade percorreu toda a cidade.
-Merda. –Disse Iago.
-Aquilo era o que eu penso que era? Perguntou Alan ao lado de Castiel.
Os demais magos presentes na escola foram correndo para o lado da de vermelho que olhava assustada para o horizonte.
-Havia uma quarta ancora? –Disse Iago sendo o ultimo a se aproximar de Castiel.
-No subsolo, longe da visão de Alan.
-E agora. –Disse Violet por fim.
-E agora vocês estão ferrados. –Disse uma voz em cima do telhado de um dos cubes.
Os magos olharam para trás e viram um garoto de óculos escondido pela sobra da note.
-Sam? –Disse Alan.
-Você o conhece? –Perguntou Luxuria.
-Ele é o presidente do Grêmio Estudantil. –Respondeu Castiel.
-Você é um dos magos? –Perguntou Alan.
-Creio que isso esteja bem claro seu idiota. –Respondeu ele.
-Você estava esse tempo todo trabalhando com o diretor Scott? Achei que éramos amigos. –Disse Alan se enfurecendo.
-Como se eu force fazer amizade com um mero verme como você. –Respondeu Sam com um sorriso sínico no rosto.
-Essa personalidade. –Disse Iago. –Não é da Preguiça.
Sam começou a rir e disse.
-Preguiça? –Ele voltou a rir. –Preguiça? Eu? Vermes, eu sou a Gula.
-Impossível. –Disse Vaidade. –Eu a suguei, Gula é uma garota.
-Acho que vocês estão falando de mim. –Disse uma garota com roupas de frio na cor laranja e olhos âmbar. –Aproposito, meu nome é Alex, mas podem me chamar de Gula.
-Ai meu Deus. –Disse Vaidade.
Angel estava de joelhos aos pés de Alex, com as mãos amarradas para trás e a boca tampada, mesmo no escuro era possível vê que ele estava extremamente ferido.
-Aproposito. –Disse Alex. –Eu aproveitei que todos vocês estavam aqui, e peguei o livrinho de vocês emprestado, mas o amiguinho de vocês não quis colaborar, então tive que espancá-lo, bom, não preciso mais dele então. –Ela emburrou o garoto telhado a baixo.
Luxuria sem pensar duas vezes, se móvel o mais rápido que podia e saltou para cima agarrando o garoto, voltando rapidamente para o lado dos demais.
-Havia esquecido o quando você era rápido. –Disse Alex. –E você vadia de rosa, Acho que temos assuntos a tratar.
Violet os pulsos e disse.
-Se você quer levar outra surra, pode vir quando quiser.
-Por hora não. –Respondeu Sam. –Já temos o que queríamos. –Disse ele pegando o livro das mãos de sua irmã.
-Vocês quem a esfera do Velhote só para vocês? –Perguntou Luxuria.
-Claro, afinal somos a Gula. –Disse Alex seria.
-Mas como? Como pode haver dois magos com o mesmo pecado? –Questionou-se Iago.
-Vocês não entendem mesmo não é. –Disse Sam mostrando um colar com metade de um Topázio.
Sua irmã fez o mesmo e disse.
-Nossa gula é por poder, e foi esse poder que forjou nossa alma.
-Trabalhamos para a Cúpula, pois ela é a dona do poder nesse mundo. Sabíamos que vocês tentariam destruir as ancoras hoje, e usamos elas para retirar vocês da casa de Avareza e roubarmos o Livro da Verdade de lá. –Disse Ele abrindo o livro e cravando suas unhas em sua mão derramando seu sangue sobre as paginas do livro, o mesmo fez Alex e após o livro absolver o sangue ele disse mostrando uma das paginas. –Não importa o quanto poderoso você seja, no fundo somos todos de cristais, palavras de como você chamou mesmo, a sim, velhote. Vocês nem ao menos sabia que o Mago dos Cristais não era um velho, seus idiotas, o cavaleiro negro desenhado nesse livro, é o Mago dos Cristais.
Após curar Angel Ira se levantou e disse com os olhos vermelhos simbolizando sua raiva.
-Vocês estão ferrados. Ela praticamente voou em cima dos dois, mas antes que ela chegasse, os dois irmãos deram as mãos e uma criatura surgiu no lugar deles e repeliu Castiel de volta ao chão.
Algo não humano estava sobre o telhado, sua pele reluzia semelhante a luz, seus olhos eram brancos e reluziam, e seu corpo era alto e magro.
-Que merda é essa. –Disse Iago após ajudar Castiel a se reerguer.
-Somos a personificação da Gula pelo poder. Vocês podem nos derrotar em quanto estamos separados, mas unidos, somos praticamente imortal.- A voz da criatura era ecoada, como se fosse as vozes dos dois irmãos falando juntos.
Diante toda aquela luz um a pedra de Topázio estava completa flutuando presa ao colar no pescoço de Gula.
-Mesmo com nosso poder, o livro não revelou onde  esfera do Mago estar, mas nos levará até Preguiça, e então usarei a esfera para remover os poderes de vocês, e unificar nossa carne em apenas uma, e nos tornaremos o Mago dos Cristais dessa geração. –Gula voltou a falar. –Então até o dia da morte de vocês vermes.
A pois uma enorme rajada de luz ossificar os olhos dos demais, Gula e sua enorme presença desapareceu em meio a noite.
-Acho que estamos ferrados. –Disse Alan.



VII
O dia estava amanhecendo, os primeiros raios do Sol estavam invadindo os olhos de Johan que aos abriram viu Shin sentado próximo dele.
-Bom dia. –Disse o Protetor se levantando. –Acabei caindo no sono, não vir quando você chegou.
-Eu acabei de chegar. –Respondeu o outro.
-Você passou a noite na caverna?
-Estava com a cabeça cheia, precisava trabalhar em algo.
Ruan viu uma pequena borboleta azul pousada no dedo de Shin.
-Se refere a borboleta? –Perguntou ele.
-Sim. –Respondeu Jiho. –Seja quem for que tenha planejado a morte dela, farei que tenha uma morte perfeita.
Ruan o encarou, a ele e a borboleta e perguntou.
-Shin, o que você planeja fazer?
Com um sorriso doentio e com lagrimas nos olhos ele ergueu aquela borboleta azul e a exibindo semelhante a um troféu ele disse.
-Tão bela feito uma borboleta, mas tão fatal quanto uma bomba nuclear.
-Você passou a noite inteira trabalhando em uma arba que pode acabar com uma cidade inteira?
-Não. –Disse ele o encarando de forma neutra. –Não criei apenas uma borboleta, criei um exército, só para garantir que nenhuma célula do desgraçado sobreviva.
Centenas de milhares de borboletas surgiram voando pelo ar, e como uma nevoa azul, todo o acampamento foi cercado e tudo não passava de um borram azul em meio a mata.



J. Aeff

2 comentários:

  1. Nossa Shin arrasou com essas borboletas blue marinho nuclear, a minha teoria sobre o Mago dos cristais é que ele não é tipo uma pessoa mas uma simbologia de todas as energias isso explicaria o fato de ter sido mencionado que ele era o cavaleiro negro desenhado no livro

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    1. Adoroooooo, q as teorias da conspiração comecem kkkkk

      vamos vê no q isso vai dá.

      essas borboletas não vão acabar bem kkk

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