Aviso!

Olá caro humano, seja bem-vindo ao nosso mundo sobrenatural! Se essa é sua primeira vez aqui, recomendo que comece a lê por nossa primeira história, “O Sequestro”, que pode ser facilmente encontrado se você abrir o botão da primeira geração, Detectives, que fica no menu acima. Caso você seja um de nossos fãs, tenha uma boa leitura e não esqueça de comentar, ou caso contrario, kraismos morderá todos vocês, isso se Castiel não lhe bater primeiro.

sábado, 30 de setembro de 2017

57 - Os viajantes

  


I
Viajando entre os tempos e mundos, mergulhado em um lago profundo, o qual se encontrava bem além da Aurora Boreal, indo até onde quase tudo começou.

-Ai... –Disse Lucy sendo esmagada por Elion que havia caindo por cima dela.
-Desculpa. –Disse Ele se levantando.
-Onde porra nós estamos? –Perguntou Castiel.
O que parecia ser um dragão sobrevoou as cabeças dos cinco que lá se encontravam, os fazendo recuar um pouco.
-Creio que estejamos em uma época remota. -Disse Elion.
-Espera. –Falou Lucy. –Essa Época é antes ou depois de Cristo?
A observando com cara de pensador Ele respondeu.
-Antes.
-Ahh... –Disse ela. –Então não é tão remota assim.
Elion apenas semicerrou os olhos em resposta.
-Crio que estejamos aqui devido a isso. –Thamara falou baixando-se e pegando a bússola do chão.
-E você está certa. –Elion falou se aproximando, ao pegar a bússola e a analisar voltou a falar. –Ela está danificada, creio que não a podemos usa-la para voltar, a não ser encontremos alguém aqui que a concerte, e a julgar olhando ao nosso redor, estamos em uma época a qual o véu do mundo magico não foi erguido ainda.
-Isso significa que os humanos conseguem nos vê?! –Falou Neify.
-Creio que sim. –Johan respondeu. –Mas não é só isso. –Ruan voltou a falar. –Nossos poderes, eu não consigo me transformar.
-Os meus estão normais. –Disse Castiel.
-Os meus também. –Falou Lucy se transformando e votando a sua forma normal em seguida.
Elion manifestou suas assas, e Thamara começou a flutuar e os retalhos da manga de sua roupa cresceram e ficaram se movimentando no ar.
-Tudo O.K. aqui também. –Falou a homúnculo voltando ao chão
-Por que essas coisas só acontecem comigo. –Disse O jovem protetor de cabeça baixa.
-Creio que você não se transforme porque a energia de sua transformação em do espirito do grande lobo, e não se pode canalizar energia de uma alma morta quando ela ainda está viva. –Falou Elion. –Mas creio que você consiga usar os poderes bruxericos de forma normal.
-E por que Castiel continua com os poderes dela se tecnicamente o Mago de Cristal ainda não nasceu? –Ruan falava e apontava indignado.
-Meus poderes como você bem sabe vem do pecado capital denominado a Ira, e desde sempre ele existe. Por tanto...
-Isso não é justo. –Disse Johan agachado com o rosto cheio de lagrimas.
Um grito chamou a atenção dos magos, uma criatura de um metro e cinquenta de altura avançava para cima deles, agarrou a jovem Castiel a empurrando para uma arvore colocou o que parecia ser um tipo de machado em seu pescoço e começou a gritar palavras sem sentindo para ela.
A língua era antiga, Elion apertou os olhos em direção ao homem de amadura.
-Ele está a falar uma mistura do que me parece ser sânscrito e aramaico, mas não entendo. –Uma zoada feita pela agulha da bússola prendeu sua atenção, que voltou-se imediatamente para o homem com o machado, por alguma razão ele havia começado a lhe entender.
-E então sua vadiazinha, por quem você foi mandada? Tenho plena certeza que foi pela casa do dragão.
-Casa do dragão o “escambau.” –Os olhos de Castiel ficaram vermelhos e com um leve movimento de seu dedo o machado se tornou cinza e sumiu no ar, com um outro movimento ele voou uns vinte metros caindo sobre o chão, seu corpo girou sobre a grama arrancado parte dela com a amadura que a vestia. –Agora tenho que tomar um banho. –Castiel voltou a falar. –Criaturinha asquerosa.
-Não é pra tanto Ira. –Johan falou.
-Fica na tua ou você vai levar também. –Disse ela o fuzilando com os olhos.
-Hai... –Disse ele indo para traz de Elion.
-Creio que tenha que pedi desculpas a vocês pela grosseria do meu parceiro. –Disse um jovem de sobretudo reto, feito de uma mistura de tecido grosso e couro.
Ao encara-lo, os olhos de Elion ficaram paralisados e perdidos no espaço, por algum motivo sua respiração tinha ficado ofegante e seu coração disparado.
Lucy socou de leve o obro de seu amigo o chamando a atenção e disse em seguida.
-Você poderia dizer onde estamos e porque seu amigo nos atacou.
Sem entender muito bem a primeira pergunta o jovem disse.
-Esse é o reino Elvish.
-O que tem eu? –Disse Doby surgindo em cima da cabeça de Elion.
-Isso é um ellfo? –O jovem de preto se questionou.
-O que é reino de Elvish? –Dessa vez foi a homúnculo que questionou.
Elion apenas pensou um pouco e disse.
-Creio que sei exatamente onde estamos, por gentileza, você poderia me dizer o seu nome?
Com um sorriso meigo o jovem disse.
-Me chamo Raven, sou descendente da casa Raven filho de Crow.
Os rosto de Ruan se virou ,meio que por impulso em direção do garoto, havia surpresa em seus olhos.
Elion apenas deu um passo para traz.
(-Como eu não vir isso, o dragão de antes, essa vegetação pura ao meu redor, a aparência dele, mas como, como isso é possível.) –Pensou Elion encarando o garoto de sobretudo.
Raven possuía uma pele pálida, coo a neve, cabelos e olhos negros como as penas de um corvo, seu cabelo era grande e preço em forma de rabo de cavalo. Não tinha mais que um e setenta de altura, talvez tivesse bem menos que isso.
-E o meu parceiro ali. –Raven disse quebrando os pensamentos de Elion e Ruan. –Bom, não sei como ele se chama, já faz um bom tempo que estamos andando juntos, mas ele disse que não sabe se sou de confiança para saber o nome dele, bom, ele é da casa do Javali, por isso o ódio com a casa do Dragão. –Disse ele se referindo ao homem baixo que batia em sua cabeça, como se tentasse tirar terra de seu ouvido. –Ele é meio idiota, mas é uma boa pessoa.
-Vocês não deveria sai dizendo o seu nome e nem a sua casa para estranhos. –Disse o de amadura. –Não sabemos quem eles são...
-Acho pouco provável eles estarem trabalhando para a casa do Dragão, olhe para as roupas eles, claramente não são desse reino, e você viu a magia que aquela garota usou. –Disse se referindo a Castiel. –Ela não é de nenhumas das casas desse reino ou de reinos vizinhos. –Ele encarou Elion e disse. –Levando em consideração que Ruan? Esse é o seu nome não é? Me desculpe, ouvir Ira te chamar assim, aproposito garota, seu nome é bem peculiar.
-Falou o garoto com nome de corvo. –Disse Castiel andando para o lado dos demais. –Aproposito, meu nome é Castiel, Iana Castiel.
-É um prazer lhe conhecer Castiel Iana Castiel.
Lucy segurou o riso.
-Como eu ia dizendo. –Raven voltou a falar olhando para Elion. –Você deve ser o líder deles não, eu vir como Ruan se escondeu por traz de você quando Castiel Iana Castiel o ameaçou.
Dessa vez Lucy não segurou o riso.
Se contagiando com a risada da garota Elion disse rindo de leve.
-Meio que sou sim o líder deles. –Ele respirou um pouco e após lima breve pausa voltou a falar. –Estamos perdidos e queremos voltar para casa, como membro da família Raven creio que você possa nos ajudar, por acaso conhece alguém nesse reino que seja capas de concertar isso? –Terminou ele de falar mostrando a bússola.
O filho do corvo tomou o objeto de ouro em suas mãos e disse:
-Essa é a primeira vez que vejo tal coisa, mas se existe alguém capaz de concertar isso creio que seja o velho Auroque, ele é conhecido por todo o reino como o louco, ele cria de tudo e principalmente concerta tudo, creio que vale apena falar com ele.
Elion concordou com a cabeça.
-E o que estamos esperando. –Disse Castiel. – Vamos atrás desse Auroque.
Elion a encarou e disse se voltando novamente a Raven:
-Muito obrigado, creio que sua informação foi de grande ajuda. –Ele se virou encarou os demais e saíram correndo em direção as montanhas.
O garoto de longos cabelos negros apenas os observava em silencio, até perder a imagem do grupo de vista.
-Hei garoto. –Disse o Javali.
Raven apenas olhou pensativo.
-Nunca o vi ajudar ninguém, geralmente eu que sou o bonzinho entre nós dois, por que agora você resolve estender a mão?
Ele apenas respirou fundo e colocou a mão sobre o seu peito, sentindo seu coração disparado. Tentando conter-se disse:
-Minhas razões não lhe interessa. –O olhar de Raven agora estavam vazios. –Agora vamos, temos o coração de um rei para arrancar.



II
-Uou! –Disse Johan eufórico. –Esse reino é bem maior do que eu esperava.
O capital do reino de Elvish era enorme, construído em uma bela arquitetura da Idade Antiga. Possuía em seu centro um enorme palácio que era visto de toda a quilômetros da cidade, era uma cidade onde humanos, magos e criaturas juntos porem não em harmonia.
-Elion. –Disse Lucy. –Eu nunca pensei que a Terra já tinha sido um dia tão parecida com Lux.
-Ainda a muita coisa que você não sabe minha amiga. –Ele suspirou um pouco e disse. –Bom, creio que seja melhor permanecermos juntos, não conhecemos muito bem esse reino e...
Elion parou de falar ao perceber que Castiel e Thamara não estavam mais lá.
-Isso é incrível. –Disse Castiel exibindo um vestido medieval a homúnculo, que aproposito estava vestida com vestis de coro.
-Tem certeza que que fiquem bem com isso? –Disse a humana artificial.
-Mas é claro. –Respondeu Castiel colocando o vestido a frente do corpo começando a imaginar como ficaria nele.
-Aproposito Castiel, como iremos pagar por isso?


{***.***}
Cinco minutos atrás:
Um homem gordo empurrou uma mulher sobre as coisas que vendia e disse:
-Ou você paga o que deve, ou quebraremos tudo aqui e levaremos seus filhos como escravos.
Com lagrimas nos olhos e pesar no coração à senhora disse:
-Falta muito pouco para conseguir o dinheiro para o rei, só peço mais alguns dias aos senhores, meus filhos são pequenos, e os negócios não vão bem ultimamente, todo o dinheiro que ganho só é o suficiente para pagar os impostos e comprar um pouco de alimento...
Ela foi interrompida quando o gordo a atingiu no rosto com o que parecia ser um báculo de madeira.
-O que mais odeio que uma vagabunda é uma vagabunda que procura justificativas para não pagar suas dividas.
-Ei seu bolo fofo, por que não me chama de vagabunda também. –Disse Castiel se aproximando.
-Do que me chamou sua fedelha. –(Nota do autor- Naquela época não existia tal expressão, “fedelha” porem o poder remanescente da Bússola traduziu para o inglês o equivalente a tal palavra.)
-Chamei de Bolo fofo, balofo, baleia, fabrica de banha, porco de rua, comedor de lixo, disco voador, bolha, filhote de mamute misturado com cruz credo e por fim gordo imundo, algum problema?
-Sua vadia. –Disse ele levantando seu báculo.
Os olhos de Castiel ficaram vermelhos e antes que ele pudesse pensar em baixar o bastão foi atingido por um soco no estomago, fazendo seu corpo vibrar em ondas, mesmo sendo pequena se comparado aquele homem gordo e enorme, Castiel o lançou um pouco mais longe que o Javali de mais cedo, e diferente do primeiro esse caiu nocauteado sobre o chão.
{***.***}


-Eu peguei esse saco de moedas do gordo de mais cedo. –Respondeu Castiel.
Após encarar sua nova amiga Thamara disse:
-O.K. então acho que vou querer essa bota aqui também. –Ela falou pegando uma bota de couro marrom, definitivamente marrom era sua cor.



III
-Bem que poderíamos descansar, aquela corrida até aqui acabou comigo e vocês sabem que estou sem poderes. –Disse Ruan chorando sendo arrastado pela gola da camisa em meio a rua por Lucy .
-Descansa enquanto te arrasto. –Disse a garota.
-Mas isso é impossível e isso dói. –Disse ele sem forças.
-Não temos tempo para descansar, estamos no reino de Elvish, e historicamente falando pouco tempo após a chegada do Corvo e do Javali, uma guerra estou na capital governada pelo dragão. E sinceramente Lorde Kerberos é o tipo de mago que mata primeiro e pergunta depois, não estou afim de passar muito tempo aqui, e ter que explicar a um dos magos mais poderosos da história o porque de eu ter poderes semelhantes ao dele.
-Tá bem, mas bem que Lucy poderia me soltar, posso ir antando sozinho.
-Lucy. –Disse Elion a olhando de leve.
-O.K. –Disse ela o soltando no chão.
-Ai... Minha cabeça. –Disse Johan colocando a mão na cabeça começando a rolar no chão de barro.
-Não é pra tanto. –Disse Lucy andando ao lado de Elion sem se importar com o outro.
-Esse chão é de terra e você me soltou justamente onde tinha uma pedra. –Ruan falou se sentando.
-Só fiz o que você me mandou. –Disse ela ao longe.
-Hei, me espera.. –Disse o Protetor se levantando e correndo na direção dos outros dois. –Dá para parar de me ignorar? Estou sem poderes, mas ainda posso ser útil, ei... eii..
-Creio que chegamos. –Disse Elion parando em frente a casa de um ferreiro. –Olá? -Disse ele entrando.
Um velho de pele escura e longas barbas brancas o encarou e disse:
-No que posso ajuda-los meus jovens?
-O senhor é Auroque? –Perguntou Lucy.
-Bom, sou o único nativo aqui dentro. –Brincou ele. –E vocês, quem são.
-Somos viajantes de um outro reino, e estamos aqui a procura de seus serviços, o senhor por acaso saberia como concertar isso aqui? –Disse o Regente entregando a bússola ao velho homem.
-O qual longe é o reino de vocês? –Perguntou Auroque.
-Por que a pergunta? –Disse Ruan por fim.
-Já viajei por todo o mundo e já estive em terras desconhecidas e negras. –(Nota – Com terra negras Auroque quis dizer continentes e países que naquela época ainda não haviam sido “descobertos” no caso invadidas pelos povos “civilizados”). –E nunca vir tal coisa, esse objeto ainda não foi criado, ao menos não nessa época.
Ruan deu um leve assobio.
-Creio que o senhor seja mais esperto que os demais aqui. –Disse Elion o olhando nos olhos.
-Minha sabedoria provem de minha idade, agora me diga filho, de onde realmente vocês são?
-De alguma época do futuro, não sei dizer o quanto no futuro, já que esse reino e os demais do mundo da magia não foram registrados na história, e também não sei até onde posso falar sem danificar o nosso futuro, de onde viemos é estritamente proibido viajar no tempo, resultando em punições severas, e caso essa viagem altere algo de nossa realidade o responsável pagará com a vida.
O senhor baixou a cabeça por um curto intervalo de tempo e falou voltando a reergue-la:
-Você falou o mundo da magia, não foi registrado na história, o que aconteceu com as criaturas magicas?
Após pensar em como responder aquela pergunta Elion disse:
-Vivem em paz, seguem a lei e servem a um único Regente.
O reino de Elvish era um dos cinco grandes reinos do mundo da magia em épocas remotas onde os deuses ainda andavam sobre a terra. A guerra no mundo era constantes e a cede por poder insaciável. A dor e morte eram constantes e ouvir a palavra paz e a frase servir a um único regente fizeram Auroque chorar.
-Eu nunca pensei que em minha vida ouviria tal coisa meu jovem, falar tais coisas seria o mesmo que um bêbado contando cômico.  Verei o que posso fazer por vocês. –Ele falou se referindo a bússola. –Agora, o senhor não gostaria de me entregar seus familiares, ceio que eles descanem melhor aqui. –Ele disse olhando para o ellfo que estava a dormir em cima da cabeça de Elion e para a Ninfa que estava sonolenta sobre o obro do mesmo.
-Se não for nenhum incomodo. –Disse Elion pegando Doby e o entregando ao velho, Neify por sua vez conseguiu voar lentamente para ele. –Aproposito, quando pagaremos pelo concerto?
-Não se preocupe com isso meu filho, a sabedoria é o maior tesouro, o valor já foi pago, agora sei que posso morrer feliz, pois sei que meus irmãos viveram em paz algum dia.
Ele sorriu levemente de lado, mas seu sorriso foi apagado por uma explosão vinda da rua.
Os três saíram correndo para fora do estabelecimento quando viram o que parecia ser um incêndio a alguns metros de onde estavam.
Pessoas gritavam pelas ruas, fugindo do caos criando pelo exército do Dragão.
-Isso a mostrar a nunca mais se rebelar contra um membro da família real.
-Eu já pedi desculpas bolo fofo. –Disse Castiel correndo das chamas sobradas por magos do Dragão.
-O que está acontecendo aqui. –Disse um jovem se aproximando. –Que tumulto é esse?
Com os olhos arregalados o homem gordo disse:
-Majestade, essa jovem afrontou-me e...
-E nada, meu pai está ciente que você está usando o exército dele para fazer o seu trabalho? Ora titio, se você não dá de conta de uma garota creio que devas abrir mão de seu cargo arrematador.
O príncipe era alto, de cabelos ruivos e pele clara, seus olhos eram azuis, seu corpo era forte e suas vestia-se de uma armadura prateada e reluzente e cogitava uma enorme capa vermelha, e carregava em sua cintura uma espada escondida em sua bainha.
-Por favor, vossa alteza, creio que seja pra tanto, afinal ela espancou um membro da família imperial e...
-Talvez se comece menos e começasse a agir como um real membro da família Drákos (Pronuncia de Dragão em grego). –O príncipe olhou em direção de Castiel que agora vestia uma roupa medieval e deu um leve sorriso irônico. Castiel engoliu em seco vendo que o poder dele era infinitamente superior ao do gordo e antes que ela pudesse piscar o filho da realeza estava agora por trás dela e com dois dedos a acertou na nuca a fazendo desmaiar no mesmo instantes.
Thamara sem poder fazer muito apenas observou tudo ao longe.
-Thamara o que aconteceu aqui? –Perguntou Elion se aproximando ao lado dos outros dois.
-Foi a Castiel ela. –Quando a homúnculo olhou na direção do exército eles não estavam mais lá. –Eles levaram ela! –A homúnculo exclamou.
-Quem? –Perguntou Lucy.
-O príncipe deste reino.
Elion colocou as mãos sobre a cabeça, puxando seus cabelos para trás fazendo ar de reprovação e disse:
-Pessoal, se preparem, porque vamos começar a foder com a História.


J. Aeff

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