Aviso!

Olá caro humano, seja bem-vindo ao nosso mundo sobrenatural! Se essa é sua primeira vez aqui, recomendo que comece a lê por nossa primeira história, “O Sequestro”, que pode ser facilmente encontrado se você abrir o botão da primeira geração, Detectives, que fica no menu acima. Caso você seja um de nossos fãs, tenha uma boa leitura e não esqueça de comentar, ou caso contrario, kraismos morderá todos vocês, isso se Castiel não lhe bater primeiro.

domingo, 15 de outubro de 2017

58 - Castiel

 


Elvish, um dos cinco reinos lendários do antigo mundo da magia, que logo após um golpe de estado passou a ser governado pela família Drákos, a mística família do dragão.

O antigo mundo da magia era dividido em cinco grandes reinos, contendo é claro mais alguns, porem de não tão grande importância. Cada reino possuía seu próprio regente, famílias que se sobressaia sobre as demais, famílias que não se importavam se eram mulheres ou crianças, famílias que matavam para obter mais poder. O mundo era dividido por vários clãs de magia, onde cada clã tentava engolir o outro para que assim usurpasse seu lugar de poder, dessa forma varias famílias foram extintas entre elas a família das fadas, a mais pura e doce entre as casas. A família do Destino que mesmo extinta seu criador o próprio Destino nomear um mago de cada geração para obter tal poder, e é claro a casa Raven, uma casa misteriosa que consegui transformar seu próprio corpo em um corvo, uma casa que dominada as sobras e a ilusão, a noite e a visão, a sabedoria e os sonhos. A casa Raven era provavelmente a mais sabia de todas as casas, desde sua fundação eles se dedicaram a obter conhecimento, usavam de seus poderes para ir de reino em reino aprendendo sobre os mesmos, e de alguma forma eles obtiveram uma magia que os possibilitaram compartilha dessa sabedoria. Mas ter tal conhecimento vasto foi a ruina deles, pois a família Drákos usufruindo da boa fé dos Ravens, usou de sua sabedoria para conquistar o reino e de alguma forma até então desconhecida, assassinou todos da casa do corvo, porem antes de morrer Crow o ultimo líder dessa casa entregou seu filho que não passava de um bebê a sua sobrinha e a entregou as sobras da noite que os consumiu e hoje essa criança ressurgir com um coração vazio e com os olhos cheios de ódio.



I
-Vai com calma ai garoto. –Disse o Javali. –Não sou do elemento vento, não consigo ir tão rápido assim.
Sem responder nada o garoto apenas o olhou de lado e acelerou ainda mais os passos.
-A filho da puta. –Reclamou o Javali. –O que eu acabei de falar moleque?
Sem olhar para trás o garoto apenas disse:
-Se você não consegue me acompanha como pretende arrancar a cabeça do rei Dragão, faça um favor a nós dois, coma menos costelas de porco e perca algum peso.
Parando de correr o javali apenas respirou fundo colocou pressão em seus pés e após alguns segundos a terra o empurrou o fazendo sair em disparada passando rapidamente  pelo garoto.
Raven revirou os olhos e disse para sigo mesmo:
-Ai depois o moleque sou eu. –Seu corpo virou sobras e do meio delas surgiu um corvo que gritou para o outro quando o ultrapassou pelo ar.
-Isso ai já é sacanagem garoto. –Disse O Javali por fim, ao ver que o corvo o ignorou e apenas sobrevoou atrás da montanha.



II
O som de correntes quebrava o silencio das masmorras do palácio, Castiel estava acorrentada, suspensa no ar e inconsciente. Suas vestes aviam sido arrancadas, e o filho do Dragão apenas a observava gemer acordando de sua inconsciência.
-O quê? –Disse Castiel confusa. –Onde eu? –Ao ver que estava nua e presas por correntes se espantou e olhou a sua frente, vendo o príncipe do reino a encarando, assim lembrou-se do ocorrido, tentou se mover, de alguma forma se soltar, mas tudo foi em vão.
-Vai com calma ai garota, eu não vou te matar, ainda, gostaria de apenas conversar, bom, em outra ocasião eu pediria, por favor, mas creio que você não tenha muito escolha bruxa.
Com os olhos vermelhos a garota o encarou, o fuzilando com seus olhos atendes de raiva.
-Fantástico. –Disse o príncipe a encarando. –Uma maga normal teria morrido com meu golpe, mas de alguma forma você conseguiu prever meu ataque e redirecionou toda a sua energia para o lugar onde a acertei, deduzir na hora que avia sido os seus olhos, mesmo você possuindo um corpo lento, possui uma mente e um par te olhos extremamente rápidos, diga-me a qual casa você pertence garota e quem sabe eu não a poupe do destino horrível que você terá.
Sentindo dor em seu pulso Castiel apenas olhou para baixo e viu entre seus seios seu rubi que ainda permanecia preso em seu colar.
Percebendo para onde a garota estava a olhar, o outro apenas se aproximou e com delicadeza a tocou pegando o cristal entre seus dedos.
-Essa joia quebrada foi a única coisa que não foi lhe tirado, por algum motivo os médicos do palácio disse que seria um sinal de mal pressagio retirar isso de você, não me importo muito com isso, mas meu pai sim, e para ser sincero quero evitar reclamações desnecessárias com ele, mas vamos para o que interessa, de onde você veio? Meu tio disse que você estava com roupas estranhas quando você o batel, creio que você comprou roupas deste reino com o que roubou dele, em outras palavras, ou você tinha acabado de chegar, ou seu dinheiro não foi aceito nesse reino, que de uma forma ou outra me levo a crer que você não é desse ou de qualquer outro reino próximo, seus poderes são peculiares, nunca ouvir falar em uma casa que tivesse os olhos vermelhos e uma força gigantesca feito a sua, então garota, de onde você veio?
O encarando Castiel disse:
-Vai se ferra. –Após falar isso ela cuspiu na cara do príncipe.
Após limpar a saliva da garota de seu rosto ele disse com um sorriso sarcástico.
-Você vai se arrepender disso sua fedelha. –Com um leve movimento de seus dedos o jovem príncipe faz Castiel começar a gritar. –Eu quero ver até onde você ai aquentar fedelha.
A cada milésimos de segundos que se passavam os gritos de Castiel ficavam ainda mais agudos, pingava do rosto da garota, inúmeras gostas de suor, o príncipe Drákos estava fazendo o sangue da de olhos vermelhos ferver dentro do seu corpo, calçando assim fortes agonias e dor na filha da ira.
-Qual é sua casa? Quantos de vocês existem? Onde vocês abitam? Responda-me. –Disse O príncipe a fazendo gritar mais ainda de dor.
Após um tempo os gritos sessaram, Castiel estava ofegante, seu corpo nu estava ensopado de suor, o jovem regente daquele reino segurou o rosto dela fazendo-a olhar para ele e disse:
-Eu posso fazer toda a dor parar, vamos, me conte de onde veio que eu te mato em seguida, lhe pouparei de sentir dor e de ser humilhada, só não posso garantir que você não será dissecada logo em seguida, creio que meus alquimistas consiga reproduzir suas habilidades em meus soldados.
-Isso é impossível. –Disse Castiel mal podendo falar. –Sou única nesse reino, não a mais ninguém como eu e minhas habilidades são impossíveis de serem copiadas.
-Isso será meus alquimistas me dirão após dissecá-la. –Disse ele soltando o rosto da garota mostrando marcas de queimadura nos lugares onde ele a segurou no rosto. –Algo me diz que você ainda está mentido, por que você não me conta algo sobre esse seu ruby quebrado?
-Vai para o inferno. –Disse ela quase desmaiando.
Confuso Drákos apenas disse:
-In-fer-no? Nunca ouvir falar, mas posso deduzir que não seja algo interessante, já que você me quer lá. –Ele a faz gritar novamente de dor e disse logo em seguida. –Bom, creio que meus métodos de tortura não adiantaram de nada contra você agora, então creio que deixarei para meu tio o cargo de obter respostas de você.
Forçando o riso Castiel disse:
-Se você que é provavelmente o a segunda pessoa mais poderosa do reino não conseguiu nada, o que farar que aquele bolo fofo consiga?
A encarando com um sorriso mais cínico que o primeiro o príncipe disse:
-Você acha que está desmaiada a quanto tempo? Os médicos do palácio que cintei anteriormente, você acha que eles só servem para alertar sobre mal pressagio? Eles me falaram sobre a castidade de seu corpo. –Castiel apenas o encarou com os olhos abertos, após lubrificar seus lábios com a própria língua o príncipe voltou a falar. –Creio que o titio ficará bastante feliz de lhe romper e tirar de você essa sua pureza, creio que quando ele terminar, você não vá querer repeti o processo novamente e me dirá tudo o que quero saber.
-Você não ousaria. –Disse Castiel vendo o outro sai. –Volta aqui seu maldito. –Disse ela entre lagrimas. –Você não ousaria. –Ela ficou paralisada ao ver o homem gordo que ela espancou mais cedo entrar na sala onde ela estava acorrentada e a encarar, a encarar ela e seu belo corpo despido.



III
-Desculpe-me meu Lorde, se nós não tivéssemos nos separado, nada disse teria acontecido. –Disse a homúnculo já dentro do estabelecimento do senhor Auroque.
-Por favor, Thamara, não lamente pelo erro já cometido, pós isso se lamentar por algo já feito mais ridículo do que o próprio ato, da próxima vez pensem antes de fazer qualquer coisa.
-Sim, meu senhor. –Disse a jovem de cabeça baixa.
-Elion, mas e agora, o que iremos fazer? –Questionou Lucy. –Ruan está sem seus poderes, eu não posso me transformar nesse mundo, principalmente em uma era que poderá mudar todo o nosso futuro, as leis desse mundo já são severas, mas mesmo assim não se comparam as leis de Lux, tudo bem que sou amiga de Satch, mas não vamos abusar e além de tudo tem você, seus poderes foram selados por Yue, se você ultrapassar o limite permitido, o selo vai trenar sua energia e se isso acontecer durante uma batalha, você está frito.
-Yue? Vocês falam da líder do clã da lua? –Questionou Auroque.
- Auroque, quando menos você souber melhor, lembra? –Disse Elion o encarando.
-Hai. –Disse o senhor sorrindo. –Os deixarei a sós, conversem a vontade. –Terminou ele saindo.
-Gostei dele. –Disse Ruan.
-Cala a boca Zé Ruela, já que não pode ajudar, fica calado. –Falou Lucy.
Sem reação e depressivo e Johan apenas abaixou a cabeça e foi se sentar em um recanto qualquer.
Respirando fundo Elion disse:
-Seja como for, não podemos deixar Castiel para trás, ela é uma de nós, mesmo que nós dois não tenhamos tanta intimidade com ela, não podemos deixar de lado o fato que ela faz parte de nossa família, e como uma família, nos ajudamos.
-Então senhor papai. –Disse Lucy brincando com Elion. –O que você pretende fazer.
-Precisamos de ajuda, isso está mais do que claro, a questão é de quem. –Uma voz ao longe chamou a atenção de Elion. –O Javali está aqui?
-Você não está pensado em pedi ajuda a Raven e a ele está? –Questionou Lucy. –Elion, não podemos envolve-los nisso, se um dos dois morrerem, toda a historia vai...
-Lucy, eles não vão, e não pretendo envolver o Javali nisso, apenas o filho de Crow.
Após fazer cara de gozação ela disse:
-Elion, você está ficando louco?
-Ele é inteligente o suficiente para nos ajudar, e tenho certeza que ele é o único que consegue entrar e sai do palácio sem ser notado. A família Raven sabia de cor a planta da cidade, ele deve ter acesso a essa planta, afinal ele é um Raven.
Lucy apenas revirou os olhos em resposta e observou Elion indo em direção as vozes.
-Preciso de novos machados. –Dizia o Javali. –Detonei os meus lutando contra um demônio poderoso.
Raven olhou para o outro abismado com a mentira dita por ele.
-Se não se importa senhor Auroque, eu gostaria de da uma olhada em seu arsenal ir... –Ele parou de falar ao se chocar com o corpo de Elion. –Cuidado para onde and... o-oi... –Disse por fim gaguejando.
-Desculpa, eu vir todo empolgado, não deu tempo de reagir. –Disse Elion sem jeito.
-Vejo que vocês encontraram o velho Auroque, ele pode ajudar vocês? –Falou alternando seu olhar para o garoto e o dono do estabelecimento.
-Sim, Sim, obrigado pela a ajuda, mas eu gostaria de lhe pedi um outro favor.
-O que quiser, lhe ajudo no que precisar.
O Javali pigarreou para chamar a atenção do Corvo.
-Não temos muito tempo a perder, lembra? Temos uma missão garoto.
O encarando, o jovem Corvo apenas respirou fundo em concordância, e antes que ele pudesse recusar algo, ou falar que infelizmente não podia ajudar, Elion tomou a palavra e disse:
-O filho do rei Dragão sequestrou a Castiel logo após ela da uma surra no cobrador de impostos que por sir acho que era tio do príncipe. Preciso de vossa ajuda para entrar no castelo e pega-la de volta, antes que tudo que conhecemos seja “ferrado” –Nota - (Essa ultima palavra foi traduzida pela bússola para os três daquela era como destruído.)
Raven balançou a cabeça em resposta e disse:
-Qual é o plano? Conhecendo a reputação da família imperial, Castiel Iana Castiel corre perigo.
Lucy bateu com a mão no rosto e pensou:
-(Como a criatura mais inteligente do reino pode ser tão burra) –Após uns segundos ela pensou. –(Não, Pera).
-Pensei que você, poderia saber a planta do palácio, ou ao menos saber como entrar lá dentro sem ser notado, uma vez lá dentro posso usar minha magia para congelar o tempo, por um curto período, creio que nos permita passar pelos corredores, retirar Castiel que provavelmente deve está presa em algum lugar nas masmorras e saímos de lá, sem sermos notados.
-Péssima ideia. –Disse o baixinho de armadura. –A uma possibilidade muito grande de sua magia de congelar o tempo funcione com o Rei Dragão, Ele é a criatura mais poderosa do reino, e sem contar que Raven e eu não podemos sermos vistos, ao menos não ainda, estamos na cidade para sermos mensageiros, se formos pegos dentro do palácio agora, irar arruinar toda a nossa missão.
-Ele está certo. –Disse Raven. –E é por isso que você não vai. –Falou ele olhando para seu parceiro.
-Como é que é? –Questionou o mais baixo.
-Posso rapidamente me esconder nas sobras, e diferente de você, não inalo um cheiro forte, dessa forma não serei sentindo pelo olfato apurado da família Drákos. Elion. –Disse o de preto para o Regente. –Seu poder de parar o tempo, pode ser bem útil em casos de emergência, mas é como o Javali disse, não vai funcionar contra o Rei, então deixa comigo, eu resgato Castiel Iana Castiel.
Lucy, Thamara e Johan baixaram a cabeça em negação.
-Ele falou bonito. –Disse Ruan.
-O plano dele foi ótimo. –Completou Thamara.
-Mas ele cagou tudo falando o nome de Castiel. –Disse Lucy por fim.
-Lucy. –Elion disse quebrando a negação dos três. –Você vem com Raven e eu, já que Ruan está sem magia e os poderes de Thamara não funciona contra Dragões.
Essa ultima colocação diz respeito ao fato de sua Homúnculo usar faixas semelhantes as das múmias como objeto de ataque e defesa, e sabemos o que acontece quando as chamas toca tecido.
-Agora estou me sentindo mais inútil que o Ruan que perdeu os poderes. –Disse Tham.
-Hey. –Rebateu o garoto.
-Não briguem crianças, aceitem a inutilidade de vocês e entreguem-se ao fracasso. –Disse Lucy dando uma risada diabólica em seguida.
Elion apenas revirou os olhos e puxou a garota pelo braço.
O senhor Auroque apenas riu de forma desconfortável ao ver que os três (Conto com o Javali) estavam cantados no recanto de sua loja a chorar.
(Elion). –Pensou Lucy saltando em alta velocidade ao lado dos outros dois. –(Se paramos para pensar, esse provavelmente é o trio mais poderoso da história, isso é, se estivéssemos em nosso augir, não me preocupo com Castiel, sei que somos mais que capasses de resgata-la, me preocupo com você meu amigo.) –Ela alternou seu olhar entre os garotos e voltou a pensar. –(Eu te conheço meu amigo, nunca ouvir seu coração bater nesse ritmo, tenho medo que você deixe suas emoções atrapalharem seu censo de justiça, na hora de irmos, se você continuar a envolver o garoto corvo nas missões, sei que vai ser doloroso nossa partida.)
-Não se preocupe Lucy. –Disse Elion Quebrando os pensament9os dela. –Convivo com a dor desde que nasci, e não será hoje o dia que isso irar mudar.
Lucy sabia que Elion não havia lido sua mente, mas mesmo assim ela ficou surpresa por ele ter recebido sua preocupação apenas a olhando.
Sem entender muito bem o que acontecia, Raven apenas os olhou em silencio, sem querer se envolver em assuntos que não o dizia o respeito.



IV
Com a face molhada por suas lagrimas, Castiel apenas observava silenciosa o homem a sua frente se despir. O corpo dele era coberto de gordura, ele cheirava a banha de porco e a forma que ele a encarava e lambia os próprios lábios a deixava com repulsos, se não fosse toda dor que sentia em seu corpo devido as torturas recebidas, e todo o incomodo que aquelas correntes a causava, ela seria capas de vomitar com aquela cena.
-Me falaram para não tirar seu colar. –Disse ele se aproximando e tocando nos seios da garota, tomando o colar em suas mãos, aquele toque foi a pior coisa que ela poderia sentir, e por um breve momento, ela sentiu saudades da dor de ter seu sangue ferver em suas veias. –Vejo que meu sobrinho brincou muito com você. –Disse ele tocando nas queimaduras do rosto dela. Após da um sorriso malicioso ele prosseguiu. –Quando eu terminar com você, você vai implorar que eu a torture diariamente.
Reunindo forças Castiel falou comum tom de “zombação”:
-Com esse seu pinto minúsculo, realmente vou querer que você me estrupe todos os dias, porque assim não sentirei dor alguma...
Ela foi interrompida com um tapa na cara dada pelo gordo a sua frente.
-Apesar da humilhação que você me fez passar, ate pensei em ir com calma com você, mas vejo que devo lhe tratar da mesma forma que trato a uma prostituta. –Ele bateu no outro lado do rosto dela. –Você vai se arrepender da piada de mal gosto que acabares de fazer.
-Vai se ferra. –Disse Castiel cuspindo no rosto dele.
Passando a palma de sua mão na saliva que escorria pelo seu rosto, Ele a observou por um curto momento e depois a lambeu, sentido o gosto da saliva da garota em sua boca.
-Para uma garota mal criada, aposto que você deve ser uma delicia. –Disse ele por fim tomando os seios dela em sua boca.
Tomada pelo desespero, Castiel apenas chorou em silencio, resistindo ao desespero, dor e humilhação, em sua mente vinha apenas a face de Alan, o Mago de cristal que ela sonhou amar desde sua infância. Castiel chorava não por medo, mas por arrependimento, ela avia se guardado para aquele que ela amava, mas se arrependia por sua fraqueza em não confessar o que sentia para ele. E agora ela estava ali, sentindo seu corpo indo de encontro com um homem que ela mal conhecia, sentia seu corpo apertar em meio aquela banha.
O cobrador de impostos havia colocado uma de suas mãos nas costas da garota e a outra apertava a sua bunda com violência, ele ainda estava agarrado a seus seios, o sugando como uma criança de colo suga o leite de sua mãe.
Antes que Castiel pudesse perceber, ele havia largado seu seio e avançado em sua boca, ela tentou se mexer, chuta-lo, morde-lo, mas estava sem forças, estava indefesa.
Se afastando da garota, aquele homem com o semblante de um louco, parou para apreciar o gosto salgado dos lábios da garota que se misturava com suas lagrimas.
Com as mãos em seus lábios ele deu uma risada diabólica e insana, e com os olhos revirados disse:
-A tomarei minha, minha pequena vagabunda.
-Vai se ferrar. –Disse a garota soluçando.
-Não minha querida, quem vai se ferra aqui é você. –Disse ele agarrando o ruby dela. –Creio que uma vadia de quinta não precisa de uma joia tão fina como esta. –Finalizou ele arrancando sua joia de seu pescoço. –Creio que eu consiga algum dinheiro com isso. –Finalizou jogando a joia de lado.
Um silêncio tomou conta do ambiente, uma energia maligna havia acabado de se manifestar ali.
Os magos de cristal foram criados após o rompimento de seus devidos cristais, porém, por algum motivo eles nunca deixaram de lado suas joias, e carregaram para onde iam seus cristais rachados.
O Mago dos Cristais aprisionou os sete pecados capitais dentro de joias feitas por ele mesmo, os cristais selou o que um dia foi no reino dos Cristais, os demônios mais poderosos, e após o rompimento dessas joias, a essência desses demônios passou para os magos que cogitava o cristal no momento de sua ruptura, o fato deles carregarem as joias, se dava a um puro instinto, o instinto inconsciente de conter o poder dessa essência dentro de sir, e sem a joia, o poder original do demônio seria despertado.
O tio do príncipe Drákos, recuou ao ver a áurea da garota visível.
Os olhos vermelhos de Castiel agora brilhavam intensamente, sua áurea estava em forma de nevoa vermelha que parecia queimar. Castiel agarrou as correntes que a sustentava e de forma gruta as arrancou do teto caindo sobre o chão. Com um sorriso irônico ela quebrou as algemas de seu pulso e encarou o homem a sua frente.
-Por que você não me estrupa agora? Em? –Ela virou sua cabeça de lado e o encarou com um olhar psicopata, sangue saia de seus olhos, aquele poder era de mais até mesmo para o corpo de Castiel, ela estava imanando magia.
Antes que o gomem pudesse fugir, ela balançou dois de seus dedos e atirou o corpo dele contra a parede e sendo sustentado por uma energia vermelha lá ficou imóvel.
-Não adianta gritar o pedi ajuda. –Disse Castiel? A voz dela estava diferente, estava insana? –Eu destruí suas cordas vocais, nunca mais sairá palavra alguma dessa sua boca suja.
Movimentando mais uma vez seus dedos, ela fez que as correntes que a prendia flutuassem no ar e focem em direção aquele homem o amarrando.
Ela se aproximou da porta e arrancou e lá uma barra de ferro com tanta facilidade, como se fosse uma criança tomando um graveto solto sobre o chão, e virando a cabeça para trás ela encarou o outro com um alhar ainda mais doentio que o primeiro e disse se virando e andando em sua direção com a barra de ferro em mãos.
-Você queria me penetrar até que eu não sentisse mais dor, creio que não se importe se eu fizer isso com você, não é mesmo?
Ela o agarrou e introduziu no orifício ocular circula dele a barra de ferro com toda força que tinha, a retirou de lá para introduzir novamente, e assim fez mais algumas vezes.
A dor era insuportável, e o fato de não conseguir gritar fez a dor ficar ainda mais intensa, a pois introduzir pela quarta ou quinta vez, Castiel percebeu que ele estava inconsciente, introduziu a barra mais uma vez, porem dessa vez a deixou lá dentro.
-Que ridículo e sem graça, ai depois dizem que as mulheres são o sexo frágil. –Ela deu as costas a ele e começou a andar em direção a porá, sua áurea avia tomado a forma de um demônio, ela ergueu sua mão em direção ao seu colar e o mesmo voou com tudo para ela, que por sua vez o agarrou e por fim sua áurea tomou a forma de um tecido e a vestiu.
Castiel de alguma forma havia aprendido uma magia que não dizia respeito a um mero mago ou uma criatura humana, ela começo a usar magia da criação, seu poder por um breve momento poderia ser comparado ao poder de uma criatura divina.
Ao recuperar sua consciência Ira disse para sir mesma, olhando para o cristal em sua mão e caminhando pelos corredores do palácio:
-Quem puta que puta que pariu foi o Mago dos Cristais?



J. Aeff

4 comentários:

  1. nossa essa historia foi realmente umas das melhores desse site estou sem palavras pra tal historia incrível

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    1. Fico muito feliz em saber que tenhas gostado, continue lendo e se surpreendendo. <3

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